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sexta-feira, 28 de maio de 2010

A Kellogg lançou o seu relatório de Responsabilidade Corporativa de 2009




A Kellogg lançou o seu relatório de Responsabilidade Corporativa que pode ser consultado na íntegra em http://www.kelloggcompany.com/corporateresponsibility.aspx. O relatório fornece uma visão detalhada das estratégias da companhia, das iniciativas e do futuro do ambiente, do mercado, do local de trabalho e da comunidade.

Este relatório utiliza as directrizes G3 do Global Reporting Initiative (GRI) e obteve um nível de aplicabilidade "B".

A Kellogg progrediu no bom sentido no que diz respeito aos seus objectivos ambientais continuando a encaixar práticas de sustentabilidade em cada aspecto de seu negócio. Desde 2005, a companhia diminuiu o uso de energia, emissões de gás da estufa e uso de água por tonelada métrica de alimento produzido, de 5.7, 8.9 e 7.4 por cento, respectivamente, e diminuiu o desperdício enviado para aterro em 41.5 por cento por a tonelada métrica de alimento produzido.

Paralelamente com as iniciativas ambientais, a Kellogg está fazendo progressos nos seus outros objectivos de responsabilidade corporativa.

Nos últimos 18 meses a Kellogg deslocou os programas de investimento na comunidade, focando-se estrategicamente nas necessidades alinhadas com os seus objectivos como uma companhia global de alimentação, especificamente concentrando-se em programas virados para a nutrição (incluindo a desnutrição) e na aptidão física.

Um exemplo destas iniciativas ocorreu em Junho 2009, quando a Kellogg doou o valor de um dia inteiro de produção de cereal nos ESTADOS UNIDOS – 55 milhões de doses – á Feeding América, a maior organização nacional de luta contra a fome. A empresa suporta igualmente o desenvolvimento e a promoção de programas escolares de incentivo ao pequeno-almoço.


Reconhecendo a importância de um bom pequeno-almoço, a Kellogg anunciou recentemente a sua decisão de adicionar fibras á maioria dos seus produtos pronto-a-comer nos EUA e no Canadá. Um nutriente que 90% da população destes países não inclui, em quantidade suficiente, nas suas dietas. Esta iniciativa faz parte da viagem sem fim que a empresa iniciou no melhoramente das credenciais nutritivas dos seus produtos.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

ELIMINAÇÃO DO ÁLCOOL NO PROCESSO DE IMPRESSÃO

Porquê trabalhar com álcool-isopropílico (IPA) se:
- O preço do verdadeiro IPA quase dobrou e continuará a subir.
- Com um ponto de inflamação de 11ºC é uma autêntica bomba com um permanente risco de incêndio.
- A tendência da legislação europeia é elimar o IPA das artes gráficas.
- A qualidade dos trabalhos finais melhora significativamente ao substituir o álcool por aditivos.



Um pouco de história...



O álcool isopropilico (IPA) tem sido utilizado na solução da molha em máquinas litográficas desde há mais de 30 anos. Nesse tempo tinha inúmeras vantagens comparativamente com outros aditivos tradicionais e tem sido muito eficiente em reduzir a tensão superficial na chapa de impressão.

Nos anos 80, estudos relativos à camada de ozono do planeta, provaram que os compostos orgânicos voláteis (COV), incluindo o álcool isopropílico, causavam estragos preocupantes. Preocupações relativas à saúde e segurança no trabalho, provaram também que existe um risco significativo devido à inalação em ambiente de trabalho.

O álcool isopropílico tem um ponto de inflamação de cerca de 11ºC e tem sido a principal causa de incêndios. Existem inclusivé indicações em algumas corporações de bombeiros para, em caso de incêndio, não entrarem em empresas que possuam álcool isopropílico armazenado.

A legislação portuguesa no final de 2008, limitou a quantidade em stock deste tipo de produto e colocou elevadas restrições quanto ao ser armazenamento.


Porque motivo ainda se utiliza álcool isopropílico?

Três importantes motivos:
- Não tem sido fácil encontrar uma solução melhor
- A maioria dos impressores sabe que adicionando álcool, podem resolver alguns problemas de impressão e passaram a depender dele.
- Algumas das alternativas iniciais, incluíam produtos que simplesmente não funcionavam sendo necessário adicionar álcool.

Na Drupa 2008, a grande maioria das maquinas em demonstração, estavam a trabalhar sem álcool. Um fabricante de máquinas com o qual conversei, indicou que 90% das máquinas vendidas, são colocadas em funcionamento já sem utilização de álcool na molha. Como aconteceu esta evolução e o que é necessário para trabalhar sem álcool?

O primeiro país a introduzir legislação relativamente ao álcool foram os Estados Unidos da América, que impediram a utilização do álcool isopropílico na indústria gráfica. Na Europa, em alguns países o álcool praticamente já foi proibido e a tendência futura é a sua eliminação total da indústria gráfica europeia.

Alguns dos primeiros substitutos do álcool eram utilizados com uma solução de dois componentes, que era adicionado à solução de molha tradicional. Actualmente, é utilizado um aditivo de molha de um componente, que pode ser doseado através do sistema de refrigeração.

A TORRASPAPEL COMPRA 86% DE CELULOSE CERTIFICADA EM 2009


A Torraspapel, empresa pertencente ao Grupo Lecta, garante a origem sustentável da madeira utilizada no fabrico dos seus produtos e pode documentar que esta provém unicamente de fontes legais e não conflituosas, todas elas certificadas ou controladas.

Prova disso é a obtenção das certificações multi-site de Cadeia de Custódia PEFC e FSC para a totalidade das suas actividades e gamas de produtos. Com o objectivo de contribuir activamente para o processo de certificação das florestas, a Torraspapel aumentou significativamente a compra de celulose procedente de plantações florestais certificadas até alcançar os 86% no ano de 2009.
Os restantes 14% provém de fontes controladas e aceites pelas próprias certificações. Deste modo, antecipa, e até supera, o objectivo definido na sua Memória Ambiental 2008 de alcançar 70% na compra de celulose certificada no ano de 2010. Mais informação sobre o compromisso da Torraspapel com um futuro sustentável na secção Sustentabilidade dewww.torraspapel.com.
in portal das artes graficas