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terça-feira, 29 de dezembro de 2009
Há Sempre Lugar....
A seguir perguntou aos estudantes se o frasco estava cheio. Todos estiveram de acordo em dizer que 'sim'.
O professor pegou numa caixa de fósforos e despejou-a dentro do frasco de maionese. Os fósforos preencheram os espaços vazios entre as bolas de golfe. O professor voltou a perguntar aos alunos se o frasco estava cheio, e eles voltaram a responder que 'Sim'.
Logo, o professor pegou numa caixa de areia e despejou-a dentro do frasco. Obviamente que a areia encheu todos os espaços vazios e o professor questionou novamente se o frasco estava cheio. Os alunos responderam-lhe com um 'Sim' retumbante.
O professor em seguida adicionou duas chávenas de café ao conteúdo do frasco e preencheu todos os espaços vazios entre a areia. Os estudantes riram-se nesta ocasião.
Quando os risos terminaram, o professor disse:
'Quero que percebam que este frasco é a vida. As bolas de golfe são as coisas importantes, a família, os filhos, a saúde, a alegria, os amigos, as coisas que vos apaixonam. São coisas que mesmo que perdessemos tudo o resto, a nossa vida ainda estaria cheia. Os fósforos são outras coisas importantes, como o trabalho, a casa, o carro etc. A areia é tudo o resto, as pequenas coisas. Se primeiro colocamos a areia no frasco, não haverá espaço para os fósforos, nem para as bolas de golfe. O mesmo ocorre com a vida. Se gastamos todo o nosso tempo e energia nas coisas pequenas, nunca teremos lugar para as coisas que realmente são importantes.
Prestem atenção às coisas que realmente importam. Estabeleçam as vossas prioridades, e o resto é só areia.'
Um dos estudantes levantou a mão e perguntou: Então e o que representa o café? O professor sorriu e disse: 'Ainda bem que perguntas! Isso é só para vos mostrar que por mais ocupada que a vossa vida possa parecer, há sempre lugar para tomar um café com um amigo'.
O relatório de valor sustentável de 2008 do grupo BMW.
O novo relatório afirma claramente a posição da empresa sobre sustentabilidade e apresenta, pela primeira vez, os pilares fundamentais da estratégia de sustentabilidade revistas na Primavera de 2009. A Sustentabilidade tornou-se um alvo em todo o grupo e todas as propostas devem ser medidas através do objectivo corporativo. O grupo BMW tem melhorado a sua organização de sustentabilidade e instituiu um Comité de sustentabilidade, compreendendo todo o Conselho de Administração, ao mais alto nível de gestão.
O novo relatório de foi classificado como A nível - a mais alta classificação da Global Reporting Initiative (GRI) directrizes internacionais para relatórios de sustentabilidade. E foi, igualmente, elaborado em conformidade com normas ambientais rigorosas. É impresso em papel 100 % reciclado e as emissões de carbono geradas pela sua produção foram compensadas. O relatório também preenche os requisitos rigorosos do rótulo ambiental Blue Angel.
O papel de liderança do grupo BMW em sustentabilidade corporativa também é reconhecido por fontes independentes. No início de Setembro o grupo BMW foi, mais uma vez, nomeado líder do sector nos índices Dow Jones de sustentabilidade, tornando-se na empresa automóvel mais sustentável, pelo quinto ano consecutivo. E no índice "Carbon Disclosure Leadership" o grupo BMW ganhou o maior número de pontos concedidos no sector automóvel.
O relatório pode ser consultado na integra em http://www.bmwgroup.com/sustainability/
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Já começou a planear o seu sucesso em 2010?
O novo ano está a aproximar-se. Tem um plano pessoal e/ou para os seus negócios? Sabe o que vai fazer para fazer crescer seus negócios e ver seus sonhos realizados em 2010? Se respondeu não, use estas directrizes para planear com antecedência, para fazer de 2010 o seu ano de sucesso!
1. Olhe para trás e analise.
Em primeiro lugar, olhe para trás e analise as suas actividades nos negócios, em 2009. O que funcionou? O que não funcionou? Olhe para trás e cumpra apenas as tarefas que geraram o top 20 % do seu rendimento em 2010. Dessa forma, porá a maior parte do seu esforço nas actividades mais rentáveis e aproveitará ao máximo o seu tempo e a sua energia, no próximo ano.
Analise a forma como gastou o seu tempo. Usou o seu tempo da forma mais eficiente possível? Se não, considere o outsourcing e trace planos para maximizar uma equipe externa.
Veja como gastou o seu dinheiro. Gastou imenso dinheiro em produtos caros e workshops que não lhe deram um retorno eficaz sobre o seu investimento ou investiu em realidades com um ROI sólido, onde você realmente viu o seu negócio crescer, como resultado? Escolheu várias opções baratas ou poucos artigos mais caros, mas com elevados padrões de qualidade? Veja como e onde gastou e reflicta no retorno que obteve com o que comprou.
2. Faça uma selecção "agora".
Pense em como se sente no seu negócio agora. Está frustrado? Excitado? Desencorajado? Encorajado? Avalie como se sente e pense de onde provêem esses sentimentos. O seu entusiasmo diminuiu? Em caso afirmativo, porquê?
Às vezes, quando se inicia um negócio, as fases iniciais são tão empolgantes e que se fica feliz com quaisquer resultados. Mas quando o tempo passa e o negócio não cresce da forma como se previu, ou compreende quanto esforço é necessário para criar um negócio bem-sucedido, o entusiasmo pode diminuir. Se isso aconteceu, não desespere! O que realmente precisa é de um plano sólido, de ferramentas necessárias para implementar o que pretende e o suporte necessário para o ajudar a chegar lá. Isto leva-me a….
3. Olhe em frente e ponha o seu plano a funcionar.
Agora que sabe onde esteve e onde está agora, é hora de desenhar um plano para o futuro. Já analisou como gastou o seu tempo e dinheiro no ano anterior e, por isso, tem uma visão clara de onde está agora.
Antes de criar um plano sólido, precisa descobrir onde pretende estar no final do próximo ano. Isto é como numa viagem: depois de saber para onde vai, já pode descobrir como chegar lá. . Se tiver dificuldades em estabelecer objectivos e desenhar um plano, procure um profissional.
E Já agora:
Feliz Natal e um Excelente 2010!
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Pfizer lançou o seu relatório de responsabilidade de 2009, “Doing the Right Things”.
Numa altura de desafios económicos históricos e sem precedentes, a Pfizer reafirma o seu compromisso em responder às necessidades da sociedade e contribuir para a saúde em todo o mundo, através de acções responsáveis e sustentáveis.
"Doing the Rights Things" traz à luz do dia os resultados concretos das actividades responsáveis que vão acontecendo em toda a empresa. Alguns exemplos de tais actividades incluem:
-Reorganização dos seus negócios para tirar proveito do tamanho e escala, para operar com a agilidade, velocidade e centrados na organização empresarial
-Esforços para ampliar a investigação e parcerias em doenças negligenciadas
-Novas abordagens para melhorar o acesso a medicamentos e cuidados de saúde em todo o mundo, através de programas filantrópicos estratégicos e novos modelos comerciais
-Compromisso em oferecer mais clareza sobre as suas práticas de negócios e sinceridade nas comunicações com as partes interessadas
-Nomeado pelo Carbon Disclosure Project (CDP) como uma das primeiras empresas no compromisso com a mudança climática, pelo segundo ano consecutivo
A Pfizer está empenhada em fazer as coisas certas e construir a confiança nos seus negócios, com o objectivo de satisfazer as necessidades de saúde das pessoas hoje e, ao mesmo tempo, proteger os interesses da geração de amanhã.
O relatório completo pode ser visualizado em: http://www.pfizer.com/responsibility/cr_report/index.jsp
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
A Fábula do Porco-Espinho
Os porcos-espinhos, percebendo a situação, resolveram juntar-se em grupos, para se agasalharem e proteger mutuamente; mas, os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que ofereciam maior calor. Por isso decidiram afastar-se uns dos outros e voltaram a morrer congelados.
Precisavam de fazer uma escolha:
Ou desapareceriam da Terra;
Ou aceitavam os espinhos dos companheiros.
Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos.
Aprenderam assim a conviver com as pequenas feridas que a relação com uma pessoa muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor do outro.
E assim sobreviveram!
Moral da História:
O melhor relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas, mas aquele onde cada um aprende a conviver com os defeitos do outro e consegue admirar suas qualidades.
Toyota Motor Europa publicou o relatório de Sustentabilidade de 2008
Toyota Motor Europa (TME) continua a alcançar ano após ano reduções nas emissões de CO2 e a intensificar a sua dependência da "energia verde", de acordo com dados lançados no seu relatório de sustentabilidade de 2009. O relatório detalha as actividades da empresa a nível ambiental, social e económico para o ano fiscal de 2008 (Abril de 2008 - Março de 2009.
O total das emissões de CO2 geradas pela produção da Toyota, na logística e nas operações de vendas na Europa foram cortadas em mais de 17 % de 588,066 toneladas no ano fiscal de 2007 para 485,230 toneladas no ano fiscal de 2008. Vários factores contribuíram para isso, tais como o aumento da confiança da sociedade sobre a energia "limpa e verde", bem como: não menos de 14 instalações da TME, em 11 mercados são alimentadas por 100 % de energias renováveis. 100 % das operações da Toyota na UE estão certificadas com a norma ISO 14001 - a referência internacional em gestão ambiental.
Para o mesmo período, a média das emissões de CO2 da frota de veículos novos Toyota e Lexus vendidos (UE-15) foi reduzida em quase 4 % de 150.7 g/km para 145.3 g/km. A redução das emissões do tubo de escape é atribuída em parte à introdução de avançadas tecnologias ambientais, como o Toyota Optimal Drive e o Hybrid Synergy Drive ou o Lexus Hybrid Drive. No ano fiscal de 2008 os veículos compactos com baixos níveis de emissões compõem quase um terço das vendas de marca Toyota na Europa.
Apesar do clima económico desafiador no ano fiscal de 2008, a Toyota contribuiu com um total de 7,8 milhões de euros para projectos sociais em cerca de 300 comunidades - concentrando-se no ensino técnico, ambiente e segurança rodoviária. A Toyota na Europa também enfatizou o seu compromisso em fornecer emprego estável aos trabalhadores permanentes.
Na Europa, novos investimentos foram acelerados pelo início da produção de modelos construídos localmente: o novo Toyota Avensis (sedan e carrinha), na Toyota Motor Manufacturing UK (TMUK), em Novembro de 2008 e a terceira geração do Toyota Verso, na Toyota Motor Manufacturing Turquia (TMMT), em Março de 2009.
O relatório está disponível em: http://www.toyota.eu/Environment/sustainability_report/Pages/default.aspx
sábado, 14 de novembro de 2009
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
A bolsa de valores sociais
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Siemens publica o relatório de sustentabilidade 2008
O relatório de sustentabilidade 2008 apresenta as actividades dos negócios da Siemens de acordo com critérios económicos, ecológicos e sociais.
Os três temas foco - a integridade, a redução de CO2 e a diversidade - proporcionam aos leitores uma visão clara do vasto leque de actividades de sustentabilidade da empresa. Estes incluem medidas de conformidade, protecção do ambiente nas operações relacionadas com a produção e a operação, gestão responsável, saúde ocupacional e segurança, protecção ambiental na cadeia de fornecimento e actividades de cidadania corporativa. Todos estes temas são abordados com detalhes em capítulos separados e dados concretos são fornecidos sob a forma de valores chave e metas específicas.
Um quadro descreve a estratégia de sustentabilidade e organização bem como o diálogo com as partes interessadas e dá uma visão geral das metas.
O relatório fornece uma base para o diálogo aberto com todos os grupos de interesse. Isso é importante porque, na actual conjuntura económico-financeira e de alterações climáticas, ainda mais é esperado da Siemens no que diz respeito à gestão sustentável.
Siemens AG (Berlim e Munique) é uma força motriz global em electrónica e engenharia eléctrica, opera nos sectores da saúde da indústria, da energia. A empresa tem cerca de 420,000 empregados (em operações continuas) trabalhando para desenvolver e fabricar produtos, projectar e instalar sistemas complexos e projectos, bem como adaptar uma ampla gama de soluções para necessidades individuais. No ano fiscal de 2008, a Siemens teve uma receita de 77.3 bilhões de euros e um rendimento líquido de € 5.9 bilhões (IFRS).
Para consultar o relatório visite: http://w1.siemens.com/responsibility/report/08/en/
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sexta-feira, 6 de novembro de 2009
O Marketing boca-a-boca é perfeito para organizações sem fins lucrativos
Naturalmente, as organizações sem fins lucrativos há muito que dependem do marketing boca-boca por razões práticas, tais como a falta de um "produto" para vender e a escassez de recursos para investir em publicidade e promoção.
Pontos interessantes para reflexão proferidos por Brad Fay da Keller Fay Group:
- As pessoas confiam duas vezes mais nos conselhos dos amigos e familiares do que em anúncios.
- 53 % Acreditarão na credibilidade das recomendações de amigos e familiares; 51% passarão a outros aquilo que ouviram; e 48 % comprarão ou doarão com base em tais recomendações.
- As pessoas tenderão a passar comentários positivos sobre as organizações ou pessoas e fazer recomendações em conversas face a face, em detrimento do telefone, e-mail ou outras abordagens.
- Quase 40 % das recomendações boca-a-boca ocorrem em conversas que começam com uma referência a um artigo de jornal, televisão ou rádio espectáculo ou publicidade - sugerindo que não pode se deve ignorar os canais habituais de promoção.
- Desenvolva laços estreitos com pessoas que têm amplas redes sociais e desenvolva oportunidades para que eles encorajem amigos e associados
- Incentive os destinatários das mensagens de e-mail a encaminhar a correspondência para os outros.
- Procure forma de recompensar os simpatizantes que recrutem doadores e voluntários para sua organização.
- Verifique se seu site tem um "centro de acção" que informa como o visitante se pode envolver na sua organização através de actos específicos.
PSA Peugeot Citroën publicou o seu segundo relatório anual integrado de desenvolvimento sustentável
PSA Peugeot Citroën publicou o seu segundo relatório anual integrado de desenvolvimento sustentável. O relatório inclui um suplemento com indicadores de desempenho de desenvolvimento sustentável, detalhando o desempenho do grupo nas áreas financeira, ambiental, social e laboral em 2008.
Destaques de 2008
Em 2008, o grupo exerceu os seus esforços na execução do plano de acção intitulado "de 10 objectivos de desenvolvimento sustentável para 2008-2011", orientando as acções das suas equipas na respectiva área de responsabilidade.
A PSA Peugeot Citroën reafirmou a sua liderança ambiental, vendendo mais de um milhão veículos que emitem menos de 140 gramas de CO2 / km em todo o mundo, pelo terceiro ano consecutivo. E conseguiu ser considerada a empresa com a menor média de emissões de CO2 da Europa, com 140 g / km de acordo com o ranking preparado pela Agência Francesa para o Ambiente e Gestão de Energia (ADEME).
Para optimizar a utilização dos recursos naturais, o grupo implementou um plano ambicioso para aumentar a proporção de materiais "verdes" (materiais reciclados e naturais, bio materiais) por peso total do veículo, em polímeros, para 20 % até 2011.
Na área da segurança rodoviária, a PSA Peugeot Citroën é o único construtor a ter amplamente implantando um sistema de chamadas de emergência, com 650 mil veículos equipados na estrada, no final do ano 2008.
Cada filial comprometeu-se a apoiar o acordo de estrutura global da PSA Peugeot Citroën sobre responsabilidade social, que formaliza os compromissos do grupo em favor dos direitos humanos fundamentais e na melhoria das práticas de recursos humanos, em todo o mundo.
No que respeita ao marketing, uma carta de comunicação responsável foi implementada em todo o grupo, definindo normas de responsabilidade social para qualquer tipo de publicidade produzida pelo grupo, para as suas marcas, independentemente do público-alvo, meio ou país.
A PSA Peugeot Citroën é um fabricante automóvel europeu apoiado por duas de marcas de vasta gama: Peugeot e Citroën. Em 2008, a PSA Peugeot Citroën vendeu 3.26 milhões de veículos em 150 países e empregava 201,700 pessoas em todo o mundo.
Desde 2004 a PSA Peugeot Citroën publica o seu relatório num site dedicado: http://www.sustainability.psa-peugeot-citroen.com/
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Publicado o relatório de desenvolvimento sustentável da Bayer 2008:
Manter o negócio sustentável e bem-sucedido durante a crise económica global: O recém-publicado relatório de desenvolvimento sustentável da Bayer contém informações sobre as estratégias e programas implementados pelo grupo Bayer para atingir este objectivo.
O relatório de desenvolvimento sustentável da Bayer contém:
- Informações detalhadas sobre a gestão da sustentabilidade da empresa
- Capítulos e temas chave com base em: medicina, clima e água
-Um relatório de desempenho global que abrange as áreas: economia, funcionários, direitos humanos, responsabilidade social corporativa, ecologia e manuseamento de produto
-Detalhadas objectivos quantitativos e qualitativos e seu nível de execução.
O relatório baseia-se nas directrizes do GRI, a norma internacionalmente reconhecida para emissão de relatórios de desenvolvimento sustentável e foi classificado pelo GRI como "A+/ GRI ". Os temas chave e o relatório de desempenho são certificados por auditores da Ernst & Young.
Consulte o relatório em: http://www.sustainability2008.bayer.com/en/homepage.aspx
O grupo Bayer é uma das principais empresas do mundo em matéria de cuidados de saúde, nutrição e materiais de alta tecnologia: com 108.600 funcionários em todo o mundo e vendas anuais de 32.918 milhões de euros (2008).
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Empresas ajudam organizações a serem eficazes no Marketing de Causas
O terceiro sector, como é normalmente designado o sector não lucrativo, engloba uma multiplicidade de iniciativas privadas de utilidade pública que podem assumir várias formas: associações, fundações, instituições de desenvolvimento local, misericórdias, museus, organizações não-governamentais (ONG), mutualistas e cooperativas.
Em Portugal existem cerca de 25 mil entidades deste género, um mercado suficientemente atractivo para impulsionar o surgimento de empresas dirigidas a este sector.
Os serviços de consultoria tiveram origem nas próprias organizações, como forma de angariação de fundos, mas a crescente dimensão do mercado tornou-se também atractiva para as empresas, refere Cláudia Pedra, sócia-gerente da Stone-Soup Consulting.
"O terceiro sector tem um potencial enorme que não é valorizado. Às vezes basta introduzir pequenas mudanças na estrutura organizativa ou na gestão para desenvolver este potencial", realça.
A responsável da Stone-Soup sublinha que "o terceiro sector tem grande capacidade de motivação da sociedade civil", mas nem sempre as organizações sabem fazer passar a mensagem.
"Se as pessoas não ouvem falar destas organizações, se não conhecem os resultados que obtêm, não há envolvimento. Logo, têm menos voluntários, chegam a menos pessoas, as campanhas não obtêm bons resultados", resume.
Fortalecer a política de comunicação de resultados e a gestão financeira e uma melhor aplicação de recursos são algumas das soluções.
O serviço que a Stone-Soup presta é personalizado e destina-se a capacitar os clientes para desenvolverem os seus projectos, explica Cláudia Pedra.
"..."
Um estudo da Universidade Católica Portuguesa e da Johns Hopkins University sobre o sector não lucrativo português, realizado em 2005, indicava que este representa uma "força económica significativa", com despesas que ascendiam a 4,2 por cento do PIB em 2002 (5,4 mil milhões de euros).
Cerca de metade dos fundos destas organizações (48 por cento) correspondia a receitas próprias (quotizações e vendas), seguindo-se o apoio público (40 por cento) e a filantropia (12 por cento).
O terceiro sector empregava, nessa altura, 4 por cento da população económica activa - cerca de 230 mil trabalhadores, dois terços dos quais remunerados e os restantes em regime de voluntariado.
RCR. Lusa/fim, in Jornal Briefing
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Uma virgula muda tudo, não esqueçam a sua importância
- Não, espere.
- Não espere.
Ela pode sumir com seu dinheiro.
- 23,4.
- 2,34.
Pode criar heróis...
- Isso só, ele resolve.
- Isso só ele resolve.
Ela pode ser a solução.
- Vamos perder, nada foi resolvido.
- Vamos perder nada, foi resolvido.
A vírgula muda uma opinião.
- Não queremos saber.
- Não, queremos saber.
A vírgula pode condenar ou salvar.
- Não tenha clemência!
- Não, tenha clemência!
Uma vírgula muda tudo.
Detalhes Adicionais:
SE O HOMEM SOUBESSE O VALOR
QUE TEM A MULHER ANDARIA DE
QUATRO À SUA PROCURA.
* Se você for MULHER, certamente colocou a vírgula depois de MULHER...
* Se você for HOMEM, colocou a vírgula depois de TEM...
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
3ª edição do Congresso do Empreendedorismo Social
Congresso do Empreendedorismo Social
30 de Outubro | Centro Cultural de Cascais
Empresas e associações portuguesas juntam-se a movimento internacional contra a corrupção
Pelo menos 27 empresas e associações portuguesas assinam hoje uma carta internacional contra a corrupção, uma iniciativa que pretende alertar para a importância de combater este problema.
A ANA - Aeroportos de Portugal, o Banif, a construtora Somague e a Associação Nacional de Empreiteiros de Obras Públicas (ANEOP) são alguns dos signatários desta carta, que será enviada ao secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki Moon.
A carta internacional anti-corrupção é "uma iniciativa muito positiva, na medida em que tem como objectivo o combate a um flagelo reconhecido internacionalmente" e que se traduz em "custos acrescidos, competitividade distorcida e degradação da qualidade", disse recentemente à agência Lusa o vice-presidente da ANEOP, Manuel Agria.
Este documento surgiu da iniciativa de um conjunto de 24 empresas internacionais, como a IKEA, a General Electric Company e a Novartis, que, em Maio, enviou um documento ao secretário-geral das Nações Unidas, solicitando medidas contra a corrupção.
Em Portugal, a Associação Portuguesa de Ética Empresarial (APEE) foi a dinamizadora da iniciativa que, para já, conta com 27 subscritores.
"Sentimos que era importante aderir a esta iniciativa porque Portugal tem tido muitos incidentes à volta das questões da corrupção", disse à Lusa o presidente da APEE, Mário Parra da Silva, referindo que Portugal desceu quatro posições no estudo da Transparência Internacional referente a 2008, passando do 28.º para 32.º lugar.
"Uma descida destas custa milhões e milhões de euros à economia portuguesa", porque, entre outras coisas, "torna mais difícil o investimento estrangeiro", disse Mário Parra da Silva.
A formalização da adesão das empresas e associações portuguesas a esta iniciativa de carácter internacional está agendada para hoje, às 17:00, no Museu do Oriente, em Lisboa.
Lisboa, 22 Out (Lusa)
Mais informações em www.apee.pt
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Symposium Global Economic Ethic – Consequences for Global Businesses
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Siemens publicou o seu novo relatório de sustentabilidade.
O relatório de sustentabilidade de 2008 apresenta as actividades da Siemens de acordo com critérios económicos, ecológicos e sociais.
Três temas foram considerados primordiais: a integridade, a redução de CO2 e a diversidade que proporcionam aos leitores uma visão clara do vasto leque de actividades de sustentabilidade da empresa. Estas incluem medidas de conformidade, protecção do ambiente directamente relacionado com o produto e com a operação, gestão responsável, saúde e segurança no trabalho, protecção do ambiente na cadeia de fornecimento e actividades de cidadania corporativa. Todos estes temas são abordados com detalhes, em capítulos separados e com dados concretos, fornecidos sob a forma de valores chave e metas específicas.
Através de uma secção em quadro descreve-se a estratégia de sustentabilidade e organização, bem como o diálogo com as partes interessadas, dando uma visão geral das metas propostas.
O relatório fornece uma base para o diálogo aberto com todos os grupos de interesse. Isso é importante porque, tendo como pano de fundo a corrente crise financeira e as alterações climáticas, ainda se espera mais da Siemens no que respeita á gestão sustentável.
Siemens AG (Berlim e Munique) é uma eficientíssima empresa global operando na indústria electrónica e engenharia eléctrica, nos sectores da saúde, da indústria e da energia. A empresa tem cerca de 420,000 empregados (em operação continua), trabalhando para desenvolver e fabricar produtos, projectando e instalando sistemas e projectos complexos, e adequando uma ampla gama de soluções para necessidades específicas. No ano fiscal de 2008, A Siemens obteve uma receita de 77.3 bilhões de euros e um rendimento líquido de € 5.9 bilhões (IFRS)
Pode consultar o relatório em: http://w1.siemens.com/responsibility/report/08/en/
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Como Contratar um WEB Designer!
Quantas vezes ouviu histórias de quem contratou empresas para projectar e desenvolver websites e que obteve sites de categoria inferior ao espectável ou o programador desapareceu com o dinheiro? Ou sobre o empresário que "contratou" o sobrinho/amigo/filha para projectar o site gratuitamente e os resultados foram desastrosos, não se sentindo confortável para fazer muitas críticas sobre um trabalho que foi feito gratuitamente?
Já ouvi essas histórias muitas vezes. E os meus sentimentos oscilam entre pena ou irritação pelo que suportaram antes de, finalmente, procurarem ajuda.
Quando contrata uma empresa o seu trabalho como consumidor experiente é certificar-se de possuem os requisitos suficientes, bem como as respostas a várias perguntas, antes de conceder-lhes o seu dinheiro.
Aqui estão algumas questões com as quais se deve preocupar, algumas perguntas a fazer e algumas situações que o devem colocar alerta:
Procure: Um negócio real
A empresa a contratar deve ser um negócio real. Isso não significa necessariamente que terá um escritório grande, numa zona nobre da cidade ou nome no mercado. O que significa, no entanto, é que deve evitar contratar a sua família, amigos, e aquele vizinho que conhece como programador Web. Precisa de uma relação comercial com a equipa de programadores Web por muitas razões, incluindo para que possa sentir-se confortável a negociar, fornecendo feedback honesto e críticas ou sendo directo quando não estiver satisfeito com o trabalho.
Não tenha medo de pedir referências. Deve ser capaz de obter um par de nomes de clientes e os respectivos números de telefone, para que possa conversar com pessoas reais e obter uma sensação sólida de como é trabalhar com aquela equipa.
Procure: Um Web Site
A empresa a contratar deve ter um site — um bom site. Não precisa ser projectado num estilo que você goste, mas em geral, deve ter os componentes de que a sua organização precisa. Não deixe que utilizem o argumento de que têm estado tão ocupados a trabalhar nos projectos dos clientes, que não tiveram tempo para o seu próprio site. Se não sabem que um Web site forte é o cartão-de-visita para o seu negócio, provavelmente não deverão projectar um Web site para sua empresa. Além disso, ver um portfólio de trabalhos anteriores é fundamental e deve ser fácil de encontrar, no Web site da empresa que pretende contratar. A maioria dos sites do portfólio deverá ainda estar on-line. No entanto, se encontrar alguns sites alterados ou que não estão on-line, não atribua essa situação exclusivamente á empresa. Nos tempos que correm as empresas podem tornar-se voláteis. Além disso, as empresas re-desenham os seus sites frequentemente e podem ou não usar a mesma equipe para fazê-lo.
Pergunta: quais são os elementos a incluir meu site?
Se a empresa começa a responder a essa pergunta sem perguntar sobre o seu negócio, encare isso como um sinal vermelho e escolha outra. Existem alguns elementos gerais que a maioria dos sites de negócios deve ter, no entanto quando estiver trabalhando com uma empresa de programação Web, eles não devem responder a esta pergunta a menos que saibam mais sobre o que a sua organização faz, em que industria está inserido, e principalmente o que você deseja que o seu Web Site alcance para o seu negócio.
Pergunta: vai criar meu site do zero ou usar modelos?
Uma empresa forte irá projectar um site original. Eles não proporão um design genérico, ou baseado num modelo pré-fabricado. O preço pode ser um bom indicador para saber se estão a propor modelos ou desenhos originais. Se a estimativa para o site for menor que 1.000,00€ é mais provável que não esteja a adquirir um design original.
Por que é um modelo funesto? De certeza que pretende que o seu Web site se destaque como original e distinto. O seu site deve ser concebido para reflectir cuidadosamente a sua marca. Será que um modelo pode representar a sua marca, se outras pessoas em todo o mundo têm o mesmo Web site que a sua empresa tem? O que distingue a sua organização das outras? Investir de forma inteligente na sua organização faz sentido, e para a maioria das organizações, investir num Web site sólido, que incorpora pelo menos o registo de utilizador, quem somos, o que fazemos e os contactos, da mesma forma como encarna a sua marca, promete um ROI interessante.
Pergunta: como vai incorporar princípios de optimização de pesquisa no meu site?
Se, quando faz esta pergunta, a conversa acaba em meta tags e palavras-chave, considere de novo um sinal vermelho. Uma empresa séria, deve saber e compreender os princípios de SEO e de como estes princípios se aplicam ao código, ao texto e a todo o conteúdo do seu site.
Se abordam o uso do Flash, pergunte se haverá problemas para indexar o seu conteúdo. Tome nota da forma como respondem a esta pergunta. A resposta real é obscura e complexa e não deve ser apenas: "O Flash não é um problema para o Google."
Pergunta: Trabalham com ou têm relações comerciais com consultores de pequenas empresas?
As melhores empresas têm consultores, ou têm um relacionamento com consultores de pequenas empresas, que podem trabalhar com os clientes no desenvolvimento de conceitos de negócios, que podem não ter sido abordados anteriormente. Por exemplo, se um cliente quer um site que reflicta a sua marca, mas a marca ainda não foi totalmente desenvolvida, envolver um consultor pode ajudar a equipe de Web a criar um site superior.
Mas cuidado: o consultor errado pode causar problemas, ao mesmo tempo que o consultor certo, aquele que compreende os princípios do negócio, bem como jargão técnico e jargão Web muitas vezes pode preencher a lacuna entre programadores e clientes, tornando a comunicação mai suave e fornecendo importantes contribuições que tornam o produto final muito mais forte.
Na verdade, pode procurar um consultor em primeiro lugar, antes de contratar a equipe de Web. Um bom consultor deve ter uma relação com designers e programadores porque já trabalhou com eles. Isto trás a vantagem de trabalhar com alguém que o consultor já controla e, eventualmente, melhores preços. Além disso, se escolher o consultor certo, ele pode trabalhar como intermediário entre si e sua equipe de Web, evitando potenciais catástrofes, mantendo a equipa responsável e gerindo o projecto, para que possa concentrar-se no seu negócio.
Pesquise: Preço
Tal como qualquer outra indústria, há aqueles que cobram de mais e aqueles que tentam ser inferiores á concorrência. O desafio é encontrar o equilíbrio de preços. Se pagar muito pouco em termos de euros, pode vir a pagar mais de outras formas.
Vários peritos sugerem que pode comprar o design no estrangeiro para obter um Web site fabuloso por um preço muito, muito baixo. Essa estratégia pode funcionar, mas deve ser cauteloso. Tenha em consideração os custos invisíveis, associados a este tipo de situação.
Em primeiro lugar, se não sabe como encontrar uma equipa confiável e de alta qualidade no estrangeiro, corre o risco de fornecer o seu dinheiro e/ou informações pessoais confidenciais a fornecedores sem escrúpulos.
Em segundo lugar, quando trabalha com fornecedores estrangeiros, pode enfrentar barreiras linguísticas que são difíceis de superar e que podem resultar num desastre. Existem empresas de Web fenomenais no mundo e poderá obter um bom preço, mas o caminho para encontrar essas empresas está cheio de armadilhas e de empresas pouco escrupulosas. A melhor solução é trabalhar com uma empresa de renome e com referências, que irá respeitar o seu orçamento e encontrar soluções de alta qualidade para o que pode pagar, onde quer que ela esteja.
Pergunta: O meu site pode ser desenvolvido num sistema de gestão de conteúdo á distância?
Se quiser gerir o site sem aprender HTML ou Dreamweaver, pergunte se o podem desenvolver usando um sistema de gestão de conteúdos. Desta forma poderá gerir o site, incluindo edição, adição e exclusão de páginas, e muito mais de qualquer lugar do mundo através de um simples navegador.
O mais importante:
O seu contacto deve ser capaz de falar a sua linguagem, mas também de facilmente conversar com os programadores, na linguagem deles. Precisa de alguém que explique o que não compreende sem ser condescendente, e lhe disponibilize os princípios que você deve saber. O serviço de atendimento ao cliente é primordial nesta indústria e vai desejar alguém que responda aos seus e-mails e telefonemas em tempo útil. Lembre-se de que, enquanto as responsabilidades de concepção caem directamente sobre os ombros da empresa de Web design, você tem que assumir, igualmente, algumas responsabilidades.
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
A ExxonMobil publicou o seu relatório de cidadania corporativa 2008
A ExxonMobil publicou o seu relatório de cidadania corporativa 2008, onde está patenteado o desempenho da empresa em seis áreas: governança corporativa, saúde e segurança, protecção do ambiente, gestão de riscos de alterações climáticas, desenvolvimento económico, e direitos humanos e segurança.
O relatório descreve os esforços da empresa em acompanhar o aumento previsto da procura de energia devido ao crescente aumento da população em economias em expansão, e a protecção do ambiente e redução das emissões de gases com efeito de estufa.
De acordo com o Presidente e CEO REX W. Tillerson, "em momentos tão turbulentos, as empresas bem-sucedidas são aquelas que vêem a interligação entre disciplina de negócios e cidadania corporativa. Acreditamos que as empresas que mantenham um foco sistemático na governança corporativa, na ética, na segurança, no desempenho ambiental e envolvimento na Comunidade no clico económico baixo, estarão melhor colocados quando o ciclo se inverter".
Pela primeira vez, o relatório apresenta uma secção sobre sustentabilidade para esclarecer a posição e as acções da empresa.
Um objectivo fundamental da estratégia de cidadania corporativa da ExxonMobil é enfrentar o desafio do crescimento económico versus sustentabilidade, desenvolvimento social e a protecção do ambiente, para que as gerações futuras não sejam comprometidas pelas acções dos dias hoje.
A ExxonMobil também constituiu o primeiro painel independente externo para proporcionar comentários sobre o relatório, pontos fortes e oportunidades de melhoria futura.
Um resumo dos comentários do painel foi publicado em: http://www.exxonmobil.com/Corporate/community_ccr_panelfeedback.aspx
Alguns dos destaques de desempenho em 2008 incluem:
-10 Milhões de toneladas de redução nas emissões de gases de estufa a partir de 2007
-Foram revistas as directrizes de governança corporativa para reforçar o papel de Director(a)
-Redução da taxa média anual de incidentes de tempo perdido em 12%, desde 2000
-Atingido o valor zero nos derramamentos na ExxonMobil e em navios fretados de longo prazo
-Foram investidos 1,5 bilhão de dólares no aumento da eficiência energética e na redução das emissões de gases com efeito estufa desde 2004
- Foram investidos 225.2 milhões de dólares de contribuições em dinheiro, bens e serviços à comunidade em todo o mundo
- Foi ministrado treino e sensibilização sobre direitos do Homem a sete afiliados prioritários
Pode consultar o relatório em: http://www.exxonmobil.com/Corporate/Imports/ccr2008/community_ccr.aspx
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
A Total publicou o seu relatório de sociedade e ambiente 2008
A Total, quinta maior empresa do mundo no negócio integrado de petróleo e gás, publicou recentemente o seu relatório de sociedade e ambiente 2008, intitulado "As Nossas Responsabilidades Corporativas".
O relatório foi desenhado para facilitar o diálogo entre as partes interessadas do grupo, incluindo empregados, accionistas, parceiros de negócios, autoridades locais e instituições, comunidades vizinhas e académicas. Utilizando exemplos reais de várias filiais e unidades de negócios, aborda com a Total aborda os principais desafios decorrentes das suas actividades.
A versão impressa com 100 páginas está dividida em duas secções principais: Nossos Princípios nos Negócios e Nossos Principais Desafios. Esta última secção reúne todas as principais preocupações das partes interessadas da Total, que orientam a estratégia da empresa na abordagem de questões como os materiais não renováveis, emissões de gases com efeito de estufa, economia de energia, crescimento sustentável, impactos ambientais, desenvolvimento de diversidade ou da Comunidade.
Este ano, pela primeira vez, o relatório inclui ideias de peritos externos, como Françoise Barré-Sinoussi, Nobel de Fisiologia de 2008 e Medecine, Arvind Ganesan, Director do negócio e programa de direitos humanos da Human Rights Watch e Ronald g. Prinn, TEPCO professor de química atmosférica.
Alguns dos dados ambientais e sociais, publicados no relatório foram externamente verificadas pela Ernst & Young e KPMG, com um nível moderado de fiabilidade.
Operando em mais de 130 países, a Total produz e distribui petróleo & gás com cerca de 97.000 funcionários.
A Total está cotada nas bolsas de valores de Paris e Nova Iorque, no índice de FTSE4Good e nos índices Dow Jones sustentabilidade (World e Europa) e aderiu ao Global Compact das Nações Unidas.
O Relatório pode ser consultado na integra em: http://www.total.com/en/corporate-social-responsibility
terça-feira, 29 de setembro de 2009
A sua empresa apoia o seu Blog?
Embora pense que os blogues e as redes sociais se tornaram corriqueiros e a febre do momento, as empresas ainda não apanharam esse barco.
Muitas empresas receiam perder o controlo da sua marca – e de facto estão. As empresas estão a tenta criar "Orientações para Utilização de Redes Sociais" o mais depressa possível, para que os funcionários saibam o que podem e não podem dizer online, acerca da marca. Provavelmente já difundiu um blog apesar do "disclaymer" sem sequer reparar. Tudo o que faz ou diz, quer online quer offline, é reflexo da sua marca e de todas as marcas associadas a si, como por exemplo organizações não lucrativas onde faz voluntariado, a sua empresa e até os seus amigos. A maioria das empresas tem uma estrutura vertical e, se os executivos têm medo das redes sociais, então há uma enorme probabilidade de não lhe ser possível partilhar no seu blog ou noutra rede social, informação sobre a empresa onde trabalha. Isto, naturalmente, é um custo de oportunidade porque o talento é o bem mais importante de uma empresa.
A pesquisa diz muito
As empresas ainda não aceitaram as redes sociais e algumas nunca o farão. Há executivos que ainda não aceitam solicitações de amizade no Facebook ou LinkedIn e a maioria nunca irá usar o Twitter. Os departamentos informáticos bloqueiam a maioria dos sites, incluindo as redes sociais por causa do risco de segurança associado. Além disso, qualquer empresa com muita informação classificada, como as empresas jurídicas, não permite a utilização de redes sociais de todo. Muitos jornalistas não têm permissão para ter um blog ou website. E existem muitos obstáculos a ultrapassar para que as redes sociais possam tornar-se a base dos relacionamentos profissionais e tornar possíveis muitos negócios. Se não vejamos:
- 20% de aumento no bloqueio de redes sociais, por parte das empresas(ScanSafe, August 2009)
- 100% dos CEO admite frequentemente pensar sobre a reputação da sua empresa (Weber Shandwick, February 2009)
- 8% das empresas despediram pessoas pela utilização de redes sociais Proofpoint, August 2009)
- As redes sociais custam 1.5% de produtividade (Nucleus Research, July 2009)
- 71% dos departamentos de informática bloqueiam o uso de redes sociais (AMA, July 2009)
- 80% dos executivos estão preocupados com os riscos de utilização de rede sociais (Russell Herder and Ethos Business Law, July 2009)
Deve trabalhar para uma empresa que não permite que você construa a sua marca?
Não! Se uma empresa não permite que você construa sua marca pessoal usando estas ferramentas, a sua carreira está a ser sabotada porque perderá a sua voz (uma liberdade que todos devem ter). Se não fizer ouvir a sua voz, consentirá uma desvantagem competitiva porque há milhões de outras vozes lá fora!
As empresas têm medo de perder seus empregados para a concorrência e esta é uma das razões para bloquearem a construção das marcas próprias dos trabalhadores. Quando um
trabalhador começa a ganhar visibilidade por causa do seu blog, através de motores de busca ou redes sociais, torna-se desejável e pode ser recrutados por outra empresa.
Sejamos realistas se uma empresa não permite a utilização de redes sociais e outra permite, não é razoável que o trabalhador mude? A sua marca e a sua rede online podem ser o seu seguro contra a perda de emprego no futuro. É tudo o que nos resta. Garanta que trabalha para uma empresa que sustenta a sua carreira e não apenas a sua própria agenda.
As empresas beneficiarão da sua marca
As empresas precisam compreender rapidamente que os seus funcionários podem ajudar a organização, mesmo quando não estão no escritório
Um único funcionário pode passar uma mensagem corporativa (ou até um press release) para o mundo exterior rapidamente e para milhares de pessoas, mantendo a consistência da comunicação. Podem igualmente proteger a marca corporativa através da monitorização das redes sociais e do Google. Funcionários motivados e estimulados podem dar um passo além e responder às perguntas das pessoas sobre produtos e serviços. Não será necessário pagar salários mais elevados para que seus funcionários apoiem as marcas da empresa. Basta capacitação e um pouco de confiança.
by Dan Schawbel, tradução MJMeloGomes
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
arq|a - GERAÇÃO Z em Exposição na Ordem dos Arquitectos
O desafio
A Secção Regional Sul da Ordem dos Arquitectos convidou a revista de arquitectura e arte arq|a para participar no seu programa de dinamização dos espaços expositivos da Sede da Ordem dos Arquitectos, a realizar no biénio 2009-2010.
Este convite da Secção Regional Sul da Ordem dos Arquitectos vem na sequência, não só da parceria
que esteve na origem da arq|a em 2000 e se prolongou até 2002, mas igualmente de uma série de parcerias pontuais posteriores, nomeadamente a Trienal Internacional de Arquitectura de Lisboa em 2007 e a Conferência «Rethinking Le Corbusier» em 2008, realizada em concertação com a Exposição «Le Corbusier: The Art of Architecture» patente no Museu Berardo.
A revista
A arq|a, fundada em 2000, é uma revista que cruza os domínios do urbanismo, arquitectura, design e arte com o objectivo de investigar a ligação entre a actividade criativa e as condições intelectuais e produtivas contemporâneas.
Com 66 números já publicados, a revista arq|a tem divulgado a mais relevante produção criativa recente, integrando textos teóricos e críticos, entrevistas, projectos nacionais e internacionais, representativos de práticas arquitectónicas emergentes e estabelecidas. Desde 2006 desenvolve uma abordagem temática, potenciando cruzamentos entre as diferentes áreas criativas.
A arq|a detém uma equipa editorial multidisciplinar de reconhecido valor que compreende as áreas da arquitectura, design e arte.
Institucionalmente, a arq|a tem desenvolvido parcerias em conferências, prémios e eventos, com instituições como a Ordem dos Arquitectos, a Trienal de Arquitectura de Lisboa, a Luzboa, o World Architecture Festival, o World Architecture Community, entre outros.
O projecto
Elegemos como tema para as exposições o caderno Geração Z da revista arq|a
relacionado com práticas emergentes nacionais que evidenciem novas abordagens à arquitectura contemporânea.
A ideia do caderno Geração Z deriva da anterior definição de duas gerações na arquitectura portuguesa recente, proposta por Pedro Gadanho e Luís Tavares Pereira, na exposição Metaflux para a 9ª Bienal de Arquitectura de Veneza em 2004. Nessa importante exposição os comissários diferenciavam duas gerações de arquitectos, a mais velha Geração X, dos nascidos no final da década de 60, e a mais nova Geração Y, dos nascidos no início da década seguinte.
Apropriando descomprometidamente a lógica geracional de Metaflux, a Geração Z por nós apresentada, dos nascidos no final da década de 70, pretende mostrar o trabalho criativo desenvolvido pelas práticas arquitectónicas mais recentes, no preciso momento da sua potencial afirmação. Tal como afirmávamos aquando do lançamento deste caderno, "depois das gerações X e Y, eis a Geração Z".
Neste caderno, incluído de dois em dois números da revista arq|a, pedimos aos ateliês emergentes por nós seleccionados para apresentarem livremente a sua actividade em 8 páginas, dando-lhes deliberadamente espaço para divulgação do seu trabalho.
Agora, para a exposição, entre as equipas de arquitectos emergentes já publicados no caderno Geração Z, seleccionaremos 4 ateliês, que se enquadrem numa temática alargada mas comum por nós definida. A esses ateliês será pedido que mostrem o seu trabalho, apropriando o espaço tridimensional da galeria de exposições, tal como antes tinham feito bidimensionalmente com o caderno incluído na revista. As exposições, compreendendo os 3 meses de vigência da arq|a, serão organizadas em dois tempos, dois ateliers primeiro e outros dois de seguida, permitindo a exposição simultânea de 2 ateliers de cada vez na galeria de exposições.
A exposição será ainda complementada por uma mesa-redonda com os arquitectos participantes e comissários a decorrer na Sede da Ordem dos Arquitectos, no espaço da Livraria A+A, parceira neste programa expositivo.
PROVE – Promover e Vender, da horta directamente para o prato
| Da horta directamente para o prato | ||||||||||||||||||
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terça-feira, 15 de setembro de 2009
3ª edição do Prémio Cidadania das Empresas e Organizações
A AESE e a PricewaterhouseCoopers organizam a 3ª edição do Prémio Cidadania das Empresas e Organizações, que visa premear as melhores práticas de responsabilidade corporativa e social das empresas e organizações não governamentais.
Consultem o site www.premiocidadania.com para participar na 3ª Edição.

