Naturalmente, as organizações sem fins lucrativos há muito que dependem do marketing boca-boca por razões práticas, tais como a falta de um "produto" para vender e a escassez de recursos para investir em publicidade e promoção.
Pontos interessantes para reflexão proferidos por Brad Fay da Keller Fay Group:
- As pessoas confiam duas vezes mais nos conselhos dos amigos e familiares do que em anúncios.
- 53 % Acreditarão na credibilidade das recomendações de amigos e familiares; 51% passarão a outros aquilo que ouviram; e 48 % comprarão ou doarão com base em tais recomendações.
- As pessoas tenderão a passar comentários positivos sobre as organizações ou pessoas e fazer recomendações em conversas face a face, em detrimento do telefone, e-mail ou outras abordagens.
- Quase 40 % das recomendações boca-a-boca ocorrem em conversas que começam com uma referência a um artigo de jornal, televisão ou rádio espectáculo ou publicidade - sugerindo que não pode se deve ignorar os canais habituais de promoção.
- Desenvolva laços estreitos com pessoas que têm amplas redes sociais e desenvolva oportunidades para que eles encorajem amigos e associados
- Incentive os destinatários das mensagens de e-mail a encaminhar a correspondência para os outros.
- Procure forma de recompensar os simpatizantes que recrutem doadores e voluntários para sua organização.
- Verifique se seu site tem um "centro de acção" que informa como o visitante se pode envolver na sua organização através de actos específicos.
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