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sexta-feira, 29 de maio de 2009

"Artes na Rua" - Dia 13 Junho na Praia das Maçãs, em Sintra

É já no próximo dia 13 de Junho que terá início mais uma edição da “Artes na Rua” onde serão expostos trabalhos de artesãos urbanos. Esta segunda edição decorrerá na Praia das Maçãs em Sintra á beira da areia e foi idealizada e criada com o objectivo de proporcionar aos seus expositores, não só a divulgação dos seus trabalhos, mas também, a rentabilização e valorização dos mesmos.

Durante os meses de Junho – dias 13 e 27; de Julho – dias 11 e 25 e em Agosto dias 8 e 22, sempre ao Sábado, poderá visitar no jardim, junto ao parque infantil, no centro da Praia das Maçãs, esta mostra de artesanato urbano das 17 ás 23 horas. Serão apresentadas, por vezes ao vivo, peças de moda, bijutaria, pintura, découpage, artesanato moderno, artesanato tradicional, novas tendências em artesanato, entre muitas outras artes. Na edição de 2008, em Colares, estiveram presentes 91 artesãos com os mais variados temas.

Visitem e quem sabe serão supreendidos!

Publicidade endereçada influencia consumidores

2009/05/28Natividade Simões in Briefing


Os consumidores portugueses mostram-se receptivos a receber publicidade endereçada revela a pesquisa divulgada esta semana pela Associação Portuguesa das Empresas de Publicidade e Comunicação (APAP). A 2ª vaga do estudo de marketing relacional efectuado pela Netsonda para aquela associação revela que cerca de 70% dos portugueses assume que é ou já foi influenciado pela publicidade endereçada.

Revela esta pesquisa (uma pesquisa que tem como finalidade avaliar a receptividade e percepção dos consumidores portugueses a campanhas de comunicação dirigidas), que cerca 79% dos inquiridos está interessado ou muito interessado em receber publicidade endereçada. Por outro lado, 40% dos entrevistados refere que mesmo que não tenha subscrito a informação recebida, lê a informação se o tema lhe interessar. Aliás, fica patente neste estudo que factor relevância da informação tem um peso fundamental na sua aceitação por parte dos consumidores.

A pesquisa revelou que grande parte dos consumidores está receptiva a receber informação quinzenal ou semanal de sectores como viagens, lazer, tecnologia ou multimédia, entre outras. Os sectores automóvel, segurador e financeiro são aqueles sobre os quais os inquiridos têm mais reservas.

No que toca aos suportes de comunicação preferidos para receber publicidade endereçada, o e-mail marketing e o correio tradicional surgem como os preferidos dos consumidores. O cruzamento destas duas plataformas tem sido aliás uma estratégia seguida no mercado nacional por empresas como La Redoute, TMN ou Vodafone.

De acordo com Ana Beirão, da APAP, o estudo «mostra que os portugueses são influenciados e estão receptivos a receber este tipo de publicidade. No entanto, é fundamental que os conteúdos que lhe são apresentados sejam atractivos e interessantes. Desde que haja relevância da 
mensagem para o target ¿ tanto na forma como no conteúdo, a comunicação dirigida 
é muito eficaz».

Esta profissional lembra ainda que «a publicidade endereçada ainda é uma ferramenta pouco e mal explorada pelas empresas portuguesas. No entanto, este estudo revela que, à semelhança de outras formas de comunicação, o fundamental é a forma como impactamos o consumidor e direccionamos as mensagens».

Jorge Castanheira, presidente da Secção de Marketing Relacional da APAP, salientou também que o estudo prova que «os resultados de campanhas que apliquem as técnicas de marketing relacional, com comunicação dirigida, segmentada e relevante são muito mais eficazes do que campanhas assentes em mensagens únicas e massificadas».


Refira-se que esta pesquisa foi realizada electronicamente pela Netsonda entre 11 e 19 de Março. Envolveu entrevistas a 1039 utilizadores de Internet residentes em Portugal com 16 ou mais anos. A amostra é proporcional à população e ao rendimento das famílias portuguesas.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Dia Mundial da Criança no IPO


A Baba, o Just, a Eta, a Camila e a Pipa, cães voluntários da Future Dogs acompanhados pela Rita Guerra, a madrinha deste grandioso dia mundial da criança e por outros voluntários da Future Dogs, vão proporcionar um dia diferente às crianças do IPO de Lisboa.
A Future Dogs nasce em 2000 com a missão de garantir o bem-estar e aumentar a qualidade de vida dos cães, enquanto animais de estimação. No âmbito das inúmeras acções já desenvolvidas irá, este ano, ao IPOFLG no Dia Mundial da Criança proporcionar-lhes um dia diferente com diversas actividades onde estão incluídas o treino e a obediência, a sociabilização, espaço informativo para perguntas e respostas, pinturas faciais, desenho e muito mais. Esta iniciativa tem como objectivos desenvolver os afectos, nomeadamente através do tacto, do olhar, da interacção, entre crianças e cães; abrir parâmetros de fantasia – SER CRIANÇA - promovendo a auto-motivação e o processo de sociabilização. Além da Future Dogs, dos voluntários e da cantora Rita Guerra associaram-se a esta iniciativa as empresas ROYAL CANIN,SEA LIFE, NIVEA, GATEWAY, SWEETS & SUGAR,CLINICA DENTÁRIA -  S. CARLOS, HAMBURGUER H3, INOVADESIGN, NOVO ESPECTÁCULO LDA.,GRUPO VESAUTO, INICIATIVAS LDA., SOM & DESIGN - CRERITAL, JARDINS PRIMAVERA, RICK&ROCK que, com os seus produtos e serviços, serão responsáveis pelo apoio logístico, brindes, visitas, refeições e muitas surpresas. 

Candidaturas ao Fundo IKEA Colabora

“Pequenos passos traduzem-se em grandes resultados”

Estão abertas, até 1 de Junho, as candidaturas ao Fundo IKEA Colabora, que doará 50 mil euros para financiar projectos sociais nas áreas da saúde ou educação de crianças em situação económica de risco ou de exclusão social. Em entrevista, a responsável pela área social e ambiental da IKEA Portugal defende a filosofia do grupo, que olha para as crianças como “o futuro das nações” in VER

http://www.ver.pt/conteudos/ver_mais_Responsabilidade.aspx?docID=827


quinta-feira, 21 de maio de 2009

De mãos dadas pela coesão social

De mãos dadas pela coesão social

Reinventar a solidariedade (em tempo de crise) mais não é do que recuperar o sentido de participação cívica, concluíram os especialistas presentes no simpósio promovido, a 15 de Maio, em Lisboa, pela Conferência Episcopal Portuguesa. Um banco de ideias pode constituir um primeiro passo para (re)encontrar o essencial: a coesão social
POR GABRIELA COSTA in VER

Na actual conjuntura, que impõem um modelo de desenvolvimento holístico e integrador das diferentes dimensões da sociedade humana – económica, social, ambiental e cultural –, a solidariedade deve ser entendida num sentido sistémico, articulando com equilíbrio os conceitos e práticas ligados à sustentabilidade, ética, política e comunicação social. Neste contexto, reinventar a solidariedade mais não é do que recuperar o sentido de participação cívica, concluíram os especialistas presentes no Simpósio promovido, a 15 de Maio, em Lisboa, pela Conferência Episcopal Portuguesa (CEP). Nas propostas para o futuro apresentadas no final do evento por Joana Rigato, da Comissão Nacional Justiça e Paz, a actual crise económica e social foi também reconhecida como uma crise civilizacional, de índole ética e moral. É, pois, necessário procurar “soluções estruturais para [resolver] problemas estruturais".

Integrada nas comemorações dos cinquenta anos do monumento a Cristo Rei, a iniciativa “Reinventar a Solidariedade (em tempo de crise)" procurou traçar o diagnóstico da actual conjuntura e encontrar novos modelos de desenvolvimento, associados a novas formas de solidariedade. A ideia base foi promover a interpelação da sociedade portuguesa, convocando os cidadãos para uma reflexão profunda sobre o futuro da solidariedade, sem prejuízo da manutenção do apoio imediato, através da fórmula assistencialista. Para o comissário do evento, João Menezes (presidente da TESE), “uma resposta não é a única razão que suscita o simpósio. Há uma razão mais estruturante: questionarmos os modelos de desenvolvimentos actuais, na certeza que a crise pode ser uma oportunidade para um futuro modelo que seja mais humano e solidário, mais criativo e também mais participativo”. O simpósio constituiu um espaço para fazer um “retrato muito próximo da realidade que se vive hoje, marcada por focos de pobreza e de grandes dificuldades”, através da actividade das várias estruturas ligadas à Igreja, desde centros sociais paroquiais, Cáritas, misericórdias e centros de S. Vicente de Paulo.

O Homem no centro (dos valores)
A ausência de valores como causa inerente à crise internacional foi uma das ideias que marcou a abertura do simpósio, que esteve a cargo do presidente da CEP, o Arcebispo D. Jorge Ortiga, e de D. Oscar Rodríguez Maradiaga, Cardeal Arcebispo de Tegucipalga (Honduras) e presidente da Cáritas Internacional. Alertando para a gravidade social que o país enfrenta, o presidente da CEP sublinhou duas consequências antagónicas da crise: as situações de pobreza envergonhada (“há um número de pessoas que têm vergonha de mostrar a situação em que se encontram”, lembrou) e os “muitos parasitas que se aproveitam da crise e que vivem às custas da crise”. 

Urgente é combater o actual quadro de pobreza através da solidariedade, defendeu D. Jorge Ortiga: “a raiz da actual situação não é meramente económica. A ausência dos valores e a pretensão de viver como se Deus não existisse não podem deixar de ser equacionados para chegar a uma sociedade digna do Homem através do exercício da solidariedade, iluminada pelo primado da caridade”.

Concordando com o presidente da CEP – a resolução da crise “não passa apenas por soluções económicas”, aliás, “a economia sofre com uma má definição do ser humano, com uma má concepção da humanidade” –, D. Óscar Maradiaga mostrou-se, contudo, mais optimista, sugerindo mesmo que há males que vêm por bem. Para o presidente da Cáritas Internacional, perante um cenário global que está a "criar um mundo onde a ganância coloca à margem da história muitas pessoas e está a produzir a exclusão”, a difícil realidade que a humanidade atravessa “poderá traduzir-se numa grande oportunidade para recolocar o Homem no centro da procura de soluções”, acredita. Para o Cardeal de Tegucigalpa, é hoje um imperativo questionar “o sentido da vida e a ideia de humanização”, conceitos centrais sem os quais “não há resposta adequada para a crise”. Razão pela qual a cimeira do G20, realizada recentemente em Londres, “pretendeu estudar para lá da retórica, mas apenas algumas insinuações foram no caminho certo”, na sua opinião.

Ideias felizes e com imaginação
Traçado o diagnóstico da crise - a economia portuguesa sofre um nível de desemprego na ordem dos nove por cento e o endividamento externo pode chegar a cem por cento do PIB -, várias personalidades dos planos social, político, económico, religioso, académico e associativo procuraram apontar pistas e ideias para o futuro do Desenvolvimento, da Economia e da sociedade. Reforçar a assistência e a caridade, num combate mais eficaz à pobreza; apostar na inovação social; reconhecer o papel primordial dos Media; criar oportunidades para a gestão empresarial, nomeadamente ao nível das PME, que constituem a quase totalidade do tecido empresarial português; traçar novas políticas para a solidariedade e uma cultura de humanização, aumentar a cidadania... muitos são os caminhos a percorrer, em prol da coesão social.

Esta é, pois, fundamental, para que “o futuro seja mais sorridente”, como defendeu, à margem do encontro, D. Carlos Azevedo. Apelando ao entendimento dos partidos, o Bispo Auxiliar de Lisboa avisou que, mesmo sem Bloco Central, “é altura para que haja uma centralidade do país nas nossas decisões".

Por sua vez, no encerramento do simpósio “Reinventar a Solideriedade”, o Cardeal Patriarca de Lisboa sublinhou que a dignidade de cada um deve ser a grande prioridade da sociedade. “Aquilo a que chamamos desenvolvimento só pode ser valorização progressiva do Homem e dos seus enquadramentos fundamentais: a família, o trabalho, a co-responsabilidade comunitária”, concluiu. Para D. José Policarpo, “a humanidade de hoje exige e reclama que tudo esteja ao serviço do Homem - a política, os sistemas económicos, a organização social -, na igualdade absoluta de todos em dignidade e no direito de participar e partilhar a construção desse mundo novo”.

Numa iniciativa do comissariado do simpósio, ideias simples e imaginativas para promover essa igualdade, reinventando a solidariedade, foram chegando, nos últimos dias, ao site do www.reinventarasolidariedade.org. O jornal Público associou-se à causa e pediu a algumas personalidades de diferentes áreas para fazerem o mesmo. 

Banco social para combater a pobreza
Mobilizar os activos financeiros não reclamados nos bancos para o combate à pobreza foi uma das sugestões apresentadas no simpósio "Reinventar a Solidariedade". O projecto já funciona em Inglaterra e deu origem à criação de um banco social. Como explica João Menezes, naquele país “existem dezanove mil milhões de euros em activos não reclamados e de carácter financeiro, isto é, contas bancárias não movimentadas há mais de 20 anos, juros de obrigações, dividendos de acções, prémios de seguros e certificados de aforro não reclamados e que, no fundo, pertencem à sociedade, não pertencem aos balancetes dos bancos, das seguradoras, das instituições em que estão perdidos”.

Transpondo esta medida para a realidade nacional, o comissário do simpósio “ Reinventar a Solidariedade (em tempo de crise)” acredita que, em Portugal, mil milhões de euros seriam suficientes para se fazer uma “revolução ao nível da coesão social”. A ideia, que já foi apresentada ao Governo, merecendo a sua aprovação, ainda não está operacionalizada.

Aumentam pedidos de ajuda
Nos primeiros cinco meses deste ano, algumas Dioceses receberam tantos pedidos de ajuda como em todo o ano de 2008, denunciou o presidente da Cáritas Portuguesa, à margem do encontro: “em algumas dioceses já foram atendidas mais situações novas entre Janeiro e Maio do que no ano todo de 2008. Recordo-me que essa referência foi feita por Beja, pela Guarda e Setúbal também está a crescer”, disse, citado pela Renascença. Face a esta realidade, Eugénio Fonseca defende que haja uma maior articulação entre as paróquias em todo o país.

O seminário "Empreendedores sociais: como combinar os objectivos sociais e económicos"

APRESENTAÇÃO 

Na última década, confluíram diferentes tendências que estão a pôr em causa o modo tradicional de abordar os problemas sociais. Por um lado, a preocupação pela Responsabilidade Social Empresarial impulsionou as empresas a integrar as variáveis sociais e ambientais nas operações do negócio e a manter um diálogo mais fluido com os seus diferentes grupos de interesses (clientes, empregados, fornecedores, etc.), aliando-se muitas vezes com as ONGs para procurar abordar em conjunto os problemas sociais e ambientais.

Por outro lado, o sector das ONGs está a ser submetido todos os dias a um maior escrutínio pelos doadores e investidores que querem comprovar como o compromisso social destas organizações se transforma em resultados concretos e sustentáveis ao longo do tempo. Por último, no campo do desenvolvimento surgiu em força nos últimos anos um perfil de empreendedores que soube combinar a visão empresarial e a resolução eficaz de necessidades sociais. Entre os exemplos mais significativos encontramos as microfinanças, uma tecnologia de crédito desenvolvida, nas suas origens, por algumas ONGs, que conseguiu tornar acessíveis os produtos financeiros aos mais pobres; também é possível encontrar exemplos, igualmente eficazes, em áreas como a saúde ou a alimentação.

Todas estas tendências colocam às empresas e organizações sociais importantes desafios e oportunidades, tanto na definição das suas organizações, como no desenvolvimento das suas operações, se quiserem responder de forma adequada aos novos desafios sociais.

OBJECTIVO

O seminário "Empreendedores sociais: como combinar os objectivos sociais e económicos" trata de encontrar modelos organizativos que saibam combinar adequadamente os objectivos empresariais e a solução para os problemas sociais.

 A QUEM SE DESTINA

O seminário destina-se a todas aquelas organizações (empresas, fundações e ONGs) e pessoas que estejam interessadas em conhecer melhor estas novas realidades, e em aprender o modo de juntar as suas preocupações sociais e ambientais às suas motivações empresariais.

ver mais: www.aese.com.pt

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Refeições a preço de saldo a partir de amanhã em Lisboa

A partir de quinta-feira e até ao final do mês é possível almoçar ou jantar em 25 restaurantes lisboetas de qualidade por cerca de 20 euros, no âmbito da primeira edição da Lisboa Restaurant Week.

"A Restaurant Week tem como objectivo a democratização do acesso à restauração de qualidade", explicou à Lusa o responsável pelo projecto em Portugal, José Borralho. 

À democratização da cozinha de qualidade e consequente conquista de novos clientes, associa-se um lado solidário.

De cada refeição vendida, um euro reverte para a causa social Mulheres de Vermelho, uma iniciativa da Fundação Portuguesa de Cardiologia, e para o projecto de solidariedade SIC Esperança.

20/05/09, 12:37 OJE/Lusa

Vou ficar atenta para saber quais os objectivos de Responsabilidade Social que são referidos no site e também quais os resultados desta acção.

A maioria de votos em BRANCO pode anular as eleições.....!!!!!!!!

Se não concordam com os pontos de vista dos candidatos a eleições VOTEM EM BRANCO, ou seja, não escrevam absolutamente nada no boletim de voto, é muito mais eficiente do que riscá-lo.
 
Nenhum político fala nisto porquê? 
Porque se a maioria for de votos em branco eles podem anular as eleições e realizar novas, mas com outras listas.
 
Imaginem só a bronca! A legislação eleitoral tem esta opção, mas ninguém fala disso.
 
Não risquem os votos, porque serão anulados e não contam para nada.
 
VOTEM EM BRANCO......!!!!!!!!!!!!!!
 
A maioria de votos em BRANCO pode anular  as eleições.....!!!!!!!!

Portugal sobe três posições no ranking IMD da competitividade

Portugal subiu três lugares face a 2008 no ranking da universidade suíça Institute for Managment Development (IMD), passando a ser o mais competitivo dos países do Sul da Europa e ocupando a 34ª posição em 57 países. 

Portugal ultrapassou a Espanha, pela primeira vez desde 2005, a Itália e a Grécia, segundo os dados do IMD, no World Competitiveness Yearbook 2009, divulgados pelo gabinete do Plano Tecnológico.

De acordo com o ministro da Economia e da Inovação, Manuel Pinho, "a subida de Portugal em três posições neste ranking é muito positiva, especialmente num momento em que é preciso reagir à crise".

"A subida mostra que a estratégia adoptada está a dar resultados. Melhorar a competitividade é uma tarefa de longo prazo, temos de continuar este esforço, através de acções concretas", disse Manuel Pinho.

Portugal está agora em 34º lugar numa lista de 57 países mas, considerando apenas os países da União Europeia, ocupa o 16º lugar, tendo ganho duas posições ao ultrapassar a Espanha e a Estónia.

Dos 24 países da UE incluídos no estudo - Letónia, Malta e Chipre não foram considerados - 12 desceram de posição e quatro mantiveram-se no mesmo lugar.

Face a 2007, Portugal ganhou também cinco posições e relativamente a 2005 outras duas, tendo sido um dos cinco países da UE que mais melhoraram neste ranking em 2008.

O comportamento de Portugal no quadro da União Europeia apenas é comparável ao da Alemanha e Suécia (também subiram três lugares) e inferior ao progresso da Lituânia (subiu cinco posições) e da Finlândia (progrediu três posições).

O World Competitiveness Yearbook é uma publicação anual promovida pelo IMD que classifica e analisa o modo mais de 250 critérios/variáveis agrupados em quatro factores de competitividade: performance económica, eficiência de Governo, eficiência empresarial e infra-estruturas.

A análise da competitividade das economias estudadas é feita a partir de dados estatísticos recolhidos junto de organizações internacionais, nacionais e regionais.

in OJE/Lusa

terça-feira, 19 de maio de 2009

Montepio cria seguro para voluntários

Montepio cria seguro para voluntários

19/05/09, 09:21
Ana Santos Gomes in jornal OJE

O Montepio prepara para os próximos dias o lançamento de um seguro de voluntariado, que ofereça a protecção até agora inexistente para quem presta serviço voluntário e não remunerado em instituições de solidariedade social, hospitais ou simplesmente em eventos com fins solidários. 
A nova solução será comercializada exclusivamente pelo Montepio, combinando coberturas de responsabilidade civil e acidentes pessoais. Deverá ser subscrita por organizações que acolham prestadores de serviços em regime de voluntariado ou organizadores de eventos que incluam trabalho não remunerado, a título voluntário. "Vamos comercializar este seguro com uma componente preço muito equilibrada com o benefício de proporciona", revela Amândio Coelho, director do Montepio e responsável pela área de banca-seguros da instituição. "É a isto que chamamos agir em função dos clientes porque ao criar este seguro estamos a responder a uma necessidade existente no mercado e, na verdade, o mercado de voluntários não é assim tão pequeno", constata Amândio Coelho. "Não haver um seguro para o voluntariado é uma falha no mercadp, extensível à legislação. Uma pessoa que tem um acidente enquanto pratica voluntariado não está coberta por um seguro de acidentes de trabalho, pois não está a trabalhar nem é remunerada. A lei é omissa", acusa o director do Montepio.
O lançamento do seguro de voluntariado insere-se numa estratégia de reforço do portefólio de seguros disponibilizados pelo banco. Ao seguro de voluntariado deverá juntar-se ainda um seguro para caçadores e uma remodelação do seguro de saúde.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Empresas, honrem os vossos stakeholders

O Reputation Institute, que avalia a nível global a reputação das empresas, concluiu, na sua edição de 2009 que, “os negócios nem sempre se medem como concursos de popularidade, mas que todos nós ficaríamos surpreendidos se soubéssemos quão frequentemente isso acontece”. Das 600 empresas que constam do ranking e dos seus altos e baixos retiram-se várias (e novas) lições: uma é que a boa reputação já não é um “nice-to-have”, mas um imperativo de negócio...ver mais
POR HELENA OLIVEIRA - VER

terça-feira, 12 de maio de 2009

GNR dá senhas de gasolina a condutores 100% Cool

A GNR associa-se este ano, pela primeira vez, à campanha 100% Cool e vai sensibilizar e distribuir prémios simbólicos, como senhas de gasolina, aos condutores que tenham taxa de alcoolemia zero durante as acções de patrulhamento.
Vejam mais em....
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1380124

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Corticeira Amorim publica o relatório de sustentabilidade

O líder mundial na produção de produtos de cortiça - a Corticeira Amorim - publicou o terceiro relatório de sustentabilidade, fornecendo detalhes sobre um conjunto de importantes iniciativas ambientais desenvolvidas durante 2008. E está disponível em: http://www.corticeiraamorim.com/en/cor_home.php

Um dos aspectos relevantes é o uso de energias renováveis que atingiu 60% das suas necessidades energéticas. A Corticeira Amorim reduziu igualmente as suas emissões de CO2 em mais 4.5% depois da redução de 3.4% em 2007.
Eis algumas das iniciativas da Corticeira Amorim no ano passado que incluem:
* Green Cork- um programa pioneiro de reciclagem de rolhas de cortiça em Portugal que recolheu 12 toneladas de rolhas usadas em apenas seis meses
* Condominio da Terra - A Corticeira Amorim torna-se o primeiro condómino; um sistema voluntário que visa cuidar das partes comuns de forma integrada. http://www.earth-condominium.com/pt/
* European Business & Biodiversity Initiative - A Corticeira Amorim implementou medidas para criar o maior prémio de sempre de pesquisa sobre "o sobreiro da cortiça e a biodiversidade associada", bem como o financiamento de aconselhamento técnico a produtores florestais.
*http://www.savemiguel.com uma campanha inovadora que apela á conservação da floresta de sobreiro e promove as qualidades ambientais dos produtos de cortiça
*Natural Choice Programme - uma estrutura única para todas as políticas de sustentabilidade desenhada para elevar a consciência dos colaboradores e da sociedade em geral, a fim de encorajar práticas ambientais.

Neste relatório a Corticeira Amorim revê o seu compromisso com a inovação tendo apresentado quatro patentes para registo, bem como novos produtos. Os detalhes do relatório incluem a valorização das competências dos colaboradores, que se traduz num novo aumento do número de horas de formação.

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Susana Rosa | João Marques | Margarida Fonseca

SUSANA ROSA

35 anos, Administradora Executiva, e mentora do projecto. Empreendedora e "magicadora", é uma Peixes de águas revoltas, em cujo processo criativo a máxima de Steve Jobs de "ligar os pontos" é levada ao limite.

"Quero viver a procurar formas de poder equilibrar os desiquilíbrios sociais e assim ser parte da mudança que deseja para o mundo".

JOÃO MARQUES

46 anos, Administrador Financeiro da Mundus Ex-Aequo SA, promotor do projecto, Economista de Formação, acredita que a saúde tem peso suficiente para vingar no mundo empresarial.

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30 anos, Técnica de Comunicação e Marketing da Mundus Ex-Aequo SA, vê neste programa a fórmula eficaz de combater o flagelo da obesidade e da fome de uma forma responsável, linear, participada e justa.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

O relatório de sustentabilidade da BP

O relatório de sustentabilidade da BP contém uma concisa informação sobre as operações responsáveis da BP, dos resultados ambientais e do seu papel na sociedade e demonstra como a BP continua focada em três prioridades: segurança, pessoas e resultados.
O relatório revela claramente a ligação da BP com a sustentabilidade e com os resultados, como descreve o director executivo Tony Hayward: "é meu objectivo para a BP que os resultados sejam sustentáveis – por outras palavras tudo o que fazemos todos os dias deve contribuir de alguma forma para a saúde a longo prazo, da BP, do ambiente e da sociedade".
O relatório, para qualquer pessoa interessada nos resultados de sustentabilidade da BP, identifica os pontos considerados mais importantes para as principais audiências da BP e está estruturado em cinco tópicos: segurança e energia de confiança, diversidade e energia acessível, energia limpa, energia para pessoas e energia local. O relatório cobre a posição da BP sobre cada um destes tópicos.
O relatório está disponível em formato PDF em:
http://www.bp.com/sectiongenericarticle.do?categoryId=9027837&contentId=7050758