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terça-feira, 23 de junho de 2009
eSustentabilidade - 3º Encontro de Parceiros Sociais da Microsoft
Acreditamos que as novas tecnologias podem transformar vidas. Podem ajudar as pessoas a ter uma educação melhor ou iniciar o seu próprio negócio. Podem ajudar a reduzir a pobreza e a mudar o modo como vivemos. É por acreditar nisso que a Microsoft está a investir cada vez mais na sua colaboração com o terceiro sector. Num contexto onde as necessidades sociais se têm tornado mais numerosas e frequentes, e por sua vez, as associações de solidariedade estão a ser mais solicitadas para responder a estas necessidades através de uma intervenção na sociedade, as novas tecnologias surgem como uma ferramenta estratégica. Para que possa tirar mais partido destas novas tecnologias e reinventar o modo como gere o seu dia-a-dia de forma a acelerar as mudanças sociais que são o seu principal objectivo, a Microsoft tem o prazer de o convidar a participar no 3º Encontro de Parceiros Sociais, que terá lugar já no próximo dia 25 de Junho, pelas 9h, no auditório do ISEG em Lisboa.
Participação gratuita, sujeita a inscrição e disponibilidade de vagas. Ingresso: 1 litro de leite
Registe-se já! Clique aqui ou através do email eventos@mktg.pt
AGENDA:
09h00 - Recepção e Registo
09h30 - Sessão de Abertura - Professor António Mendonça, Presidente do ISEG
09h45 - eSutentabilidade: novas tecnologias & desenvolvimento social - Prof. Eugénio Viassa Monteiro, AESE
10h35 - Como aproveitar o potencial das novas tecnologias no dia-a-dia da sua associação? Rodolfo Oliveira, Microsoft Portugal
10h50 - Debate moderado por Ricardo Zózimo, LisbonMBA
11h20 - Networking
11h40 - Casos Práticos
12h25 - Debate moderado por Ricardo Zózimo, LisbonMBA
12h40 - Culinária do Futuro CMOeiras - Projecto Oeiras Pro e Companhia de Actores
13h10 - Almoço
14h00 - Workshops
Sessão I - Angariação de Fundos - Madalena A. Pereira e Mariana R. de Andrade – Call to Action
Sessão II - Comunicação EstratégicaVítor Simões, Objectivo 2015
Sessão III - Angariação e gestão de talentos nas organizações - Cláudia Pedra, Sophie Robin, Daniel Oliveira, Sandra Costa e Patrícia Costa - Stone Soup Consulting
Sessão IV - Gestão simplificada e personalizável de comunicação, contactos e relações - Luis Calado e Armando Pinto, Microsoft Portugal
16h30 - Networking
16h45 - Conclusões e Perspectivas para o Terceiro Sector - Ricardo Zózimo, LisbonMBA
17h30-18h Sessão de Encerramento - Nuno Duarte, Director Geral da Microsoft Portugal
Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros, Dr. Jorge Lacão
*A agenda poderá sofrer alterações
terça-feira, 16 de junho de 2009
A ténue linha que divide responsabilidade social de dever social
Foram várias as vezes que a farmacêutica Roche pediu ajuda a diversos governos para que a apoiassem num programa de prevenção contra uma potencial pandemia de gripe. O silêncio ou a negativa foram as respostas. E agora que o mundo precisa do Tamiflu, de quem é a responsabilidade?
Que "volume" de responsabilidade deve uma empresa à sociedade e em que ponto é que essa responsabilidade pode ser considerada como" dever cumprido" e dada por terminada? Estas questões constituem o objecto por excelência de um estudo de caso recentemente publicado pelo INSEAD e que não poderia ter vindo em melhor altura.
Denominado "O combate à gripe: o armazenamento do Tamiflu e a política de prevenção para a pandemia", este relatório examina as medidas tomadas pela farmacêutica suíça Roche no sentido de assegurar que existiriam quantidades suficientes da sua vacina, disponíveis em todo o mundo, caso nos encontrássemos face a uma pandemia de gripe.
Como é do conhecimento geral, o Tamiflu é um dos poucos medicamentos antivirais que permitem combater a gripe suína, ou a agora denominada gripe A, que foi detectada no México pela primeira vez a 24 de Abril deste ano e que rapidamente se alastrou a vários países do mundo.
Como afirma Luk Van Wassenhove, professor do INSEAD e um dos co-autores do estudo "este caso da Roche é de particular interesse pois coloca a empresa em causa numa situação muito particular".
Na verdade, o que o professor pretende afirmar é que o facto de a Roche ser das poucas farmacêuticas que tem uma resposta para a pandemia, acaba por colocá-la numa situação extremamente delicada. E quão complexa assim? Suponhamos que a Roche poderia ter colocado o Tamiflu no mercado, mas que não o tinha feito.
Agora imaginemos que existia (e, na verdade, existe) uma pandemia e que 50 milhões de pessoas pereceriam por não terem acesso à vacina. Obviamente que tal seria também a morte da farmacêutica.
Contudo e felizmente, a Roche tinha já tomado medidas para assegurar que o fornecimento de vacinas fosse possível, o que incluiu uma rede de produção global, cujos custos foram inteiramente suportados pela farmacêutica, para assegurar a sua utilização numa situação hipotética de procura.
E a questão que aqui se coloca é: "quanto mais é que a Roche tem de investir para fazer jus ao seu compromisso de responsabilidade social, na medida em que as empresas não são entidades filantrópicas?". Desde o início dos anos 90 que a Roche tentou que vários governos se interessassem num programa de prevenção da pandemia da gripe.
Contudo, os seus apelos caíram literalmente em saco roto.
Em 1999, o Tamiflu foi lançado a nível mundial como uma vacina para a gripe sazonal, com capacidade para produzir, anualmente, 20 milhões de doses, ainda antes dos primeiros sinais da temida gripe das aves.
Apesar da falta de interesse por parte dos governos, a Roche decidiu aumentar o seu fornecimento para 55 milhões de doses e, em 2005, os Estados Unidos pediram que a farmacêutica disponibilizasse cerca de 200 milhões de doses de Tamiflu.
Em resultado disto, a empresa decidiu elevar a sua capacidade de produção para 400 milhões de doses, tendo, no entanto, de recorrer a fornecedores credíveis em todo o planeta, num conjunto de 18 empresas em 10 países que passaram a constituir a sua rede.
A farmacêutica pagou todos os custos de implementação da rede, incluindo os investimentos de capital, actividades de transferência técnica, documentação regulatória, etc.
E agora que a empresa fez o que tinha de fazer - agindo proactivamente por causa dos riscos reputacionais a que estaria sujeita caso não o fizesse - terá de continuar a suportar sozinha os custos de manutenção da capacidade necessária ou deverá a comunidade internacional e os governos fornecerem ajuda?
Esta é apenas uma questão entre muitas sobre quão longe deverá chegar a responsabilidade da Roche até que o mundo possa estar preparado para uma pandemia da gripe A.
Por exemplo, será a Roche responsável por tornar a vacina disponível nos países pobres vendendo-a a custo mais baixo ou ministrando-a gratuitamente? Para os autores do estudo e para muitos especialistas que estiveram reunidos em Genebra recentemente, "chegará a altura em que os governos deverão arcar com a responsabilidade, bem como as comunidades locais e os próprios indivíduos".
O problema é que o mundo não está preparado para uma pandemia e, neste caso, imputar culpas à farmacêutica seria uma irresponsabilidade.
in OJE 16/06/09
sexta-feira, 12 de junho de 2009
Os carros vão «desaparecer» do Terreiro do Paço?

Esta noticia já não é nova, mas pergunto se este projecto será eficiente e se conseguirá levar as pessoas para a Baixa Lisboeta. Como chegarão as pessoas ao Terreiro doPaço? de Queluz ou de Vila Franca de Xira? ou mesmo do Porto. Os turistas estrangeiros, esses utilizam os transportes e vão a pé, mas e os turistas nacionais? Dir-me-ão que podem ir de comboio ou de barco passear para o Terreiro do Paço e para a Baixa. Enfim, deixo aqui para reflexão esta noticia que já não é nova, mas é para isso que serve um blog para divulgar.
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Os carros vão «desaparecer» do Terreiro do Paço. O novo projecto de requalificação vai reduzir a circulação automóvel que actualmente é de 40 por cento, mas vai passar a ser de 11 por cento, segundo o projecto apresentado pelo arquitecto responsável.
«Quarenta por cento da área da praça é destinada à circulação automóvel. O objectivo é reduzir drasticamente esta opção», assumiu, à agência Lusa, o arquitecto Bruno Soares, referindo que o tráfego não deverá tomar mais do que 11 por cento do espaço.
Esta concepção de mobilidade no Terreiro do Paço vai ao encontro do plano elaborado pela autarquia lisboeta e que foi recentemente submetido a discussão pública.

A placa central do Terreiro do Paço será alargada, as vias laterais serão interditas ao trânsito, os passeios junto às arcadas alargados e o pavimento assumirá um tom amarelado.
O trânsito frente ao rio far-se-á apenas com uma faixa de rodagem e na rua paralela ao arco da Rua Augusta será reservado a transportes públicos, mantendo-se as paragens de eléctrico existentes.

A Vodafone Publica o seu Relatório de Responsabilidade Corporativa
O último relatório de responsbilidade corporativada VODAFONE, destaca a forma como a expansão em mercados emergentes tem promovido o desenvolvimento económico, através do aumento do acesso às comunicações.
Mobilizar o desenvolvimento é o tema do relatório, que inclui os resultados de novas pesquisas na Índia e ataca os desafios em gerir com responsabilidade nos mercados emergentes. Uma das secções é dedicada à nova empresa da Vodafone, na Índia.
A rápida expansão da rede Vodafone representa um dos maiores desafios no que diz respeito ao controlo das suas emissões de gases de estufa e o relatório esboça a estratégia da Vodafone em aumentar a sua eficiência energética. O objectivo ambicioso será diminuir em metade as emissões, nos mercados já estabelecidos, até 2020.
A empresa está igualmente a explorar a forma como os seus produtos e serviços podem ajudar outras industrias a reduzir a sua pegada de carbono, e está a aumentar o foco na gestão dos impactos ambientais na sua cadeia de valor.
http://www.vodafone.com/static/cr_report09/index.html ou em
http://www.vodafone.pt/main/A+Vodafone/PT/ResponsabilidadeSocial/Fórum Internacional do Condomínio da Terra
Gaia Commitment – Fórum Internacional do Condomínio da Terra, um evento em que especialistas de todo o mundo se irão debruçar sobre o relacionamento da humanidade com o planeta que habita. Como Organizar a Vizinhança Global? é o desafio que se coloca e para o qual se aponta uma possível resposta. Dias 4 e 5 de Julho de 2009, na Praça do Eixo Atlântico (estação de metro João de Deus), em Gaia, Portugal, vamos pensar a Terra como um imenso Condomínio.
terça-feira, 9 de junho de 2009
Uma solução para combater o desemprego
"Impõe-se passar de uma ambição pequenina de conseguir tratar a papelada, para uma ambição condigna de conseguir atingir o objectivo último de colocação de pessoas nas empresas, adoptando práticas viradas para o cidadão e empresas, materializadas num verdadeiro conceito de serviço público, ou seja, transformar o IEFP numa "empresa" de colocação de recursos humanos no mercado de trabalho... a solução poderá estar dentro dos próprios Centros de Emprego, designadamente recrutando para esta actividade proactiva e sistemática de contacto com empresas os desempregados com perfil de vendas, de gestão ou recursos humanos. Na prática, esses "comerciais" recebem o subsídio de desemprego para trabalhar em prol do combate ao mesmo e são incentivados financeiramente em função do número de desempregados que conseguirem colocar nas empresas."
09/06/09
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Últimos projectos Sinalética e Design de Ambientes.
A Inovadesign tem como
Missão: Prestar um serviço de qualidade na área da comunicação a custos acessíveis, pois acreditamos que todas as marcas e produtos têm o seu espaço no mercado.
Queremos apresentar-vos os últimos projectos na vertente Sinalética e Design de Ambientes.
Capacidade de resposta, criatividade e proximidade com o cliente são pontos que nos distinguem.
Venha conhecer-nos porque:
Acreditamos no poder de uma boa ideia.