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quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Pfizer lançou o seu relatório de responsabilidade de 2009, “Doing the Right Things”.

Numa altura de desafios económicos históricos e sem precedentes, a Pfizer reafirma o seu compromisso em responder às necessidades da sociedade e contribuir para a saúde em todo o mundo, através de acções responsáveis e sustentáveis.

"Doing the Rights Things" traz à luz do dia os resultados concretos das actividades responsáveis que vão acontecendo em toda a empresa. Alguns exemplos de tais actividades incluem:

-Reorganização dos seus negócios para tirar proveito do tamanho e escala, para operar com a agilidade, velocidade e centrados na organização empresarial

-Esforços para ampliar a investigação e parcerias em doenças negligenciadas

-Novas abordagens para melhorar o acesso a medicamentos e cuidados de saúde em todo o mundo, através de programas filantrópicos estratégicos e novos modelos comerciais

-Compromisso em oferecer mais clareza sobre as suas práticas de negócios e sinceridade nas comunicações com as partes interessadas

-Nomeado pelo Carbon Disclosure Project (CDP) como uma das primeiras empresas no compromisso com a mudança climática, pelo segundo ano consecutivo

A Pfizer está empenhada em fazer as coisas certas e construir a confiança nos seus negócios, com o objectivo de satisfazer as necessidades de saúde das pessoas hoje e, ao mesmo tempo, proteger os interesses da geração de amanhã.

O relatório completo pode ser visualizado em: http://www.pfizer.com/responsibility/cr_report/index.jsp

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

A Fábula do Porco-Espinho

Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio.

Os porcos-espinhos, percebendo a situação, resolveram juntar-se em grupos, para se agasalharem e proteger mutuamente; mas, os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que ofereciam maior calor. Por isso decidiram afastar-se uns dos outros e voltaram a morrer congelados.


Precisavam de fazer uma escolha:

Ou desapareceriam da Terra;

Ou aceitavam os espinhos dos companheiros.


Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos.

Aprenderam assim a conviver com as pequenas feridas que a relação com uma pessoa muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor do outro.

E assim sobreviveram!


Moral da História: 

O melhor relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas, mas aquele onde cada um aprende a conviver com os defeitos do outro e consegue admirar suas qualidades. 


Toyota Motor Europa publicou o relatório de Sustentabilidade de 2008

Toyota Motor Europa (TME) continua a alcançar ano após ano reduções nas emissões de CO2 e a intensificar a sua dependência da "energia verde", de acordo com dados lançados no seu relatório de sustentabilidade de 2009. O relatório detalha as actividades da empresa a nível ambiental, social e económico para o ano fiscal de 2008 (Abril de 2008 - Março de 2009.

O total das emissões de CO2 geradas pela produção da Toyota, na logística e nas operações de vendas na Europa foram cortadas em mais de 17 % de 588,066 toneladas no ano fiscal de 2007 para 485,230 toneladas no ano fiscal de 2008. Vários factores contribuíram para isso, tais como o aumento da confiança da sociedade sobre a energia "limpa e verde", bem como: não menos de 14 instalações da TME, em 11 mercados são alimentadas por 100 % de energias renováveis. 100 % das operações da Toyota na UE estão certificadas com a norma ISO 14001 - a referência internacional em gestão ambiental.

Para o mesmo período, a média das emissões de CO2 da frota de veículos novos Toyota e Lexus vendidos (UE-15) foi reduzida em quase 4 % de 150.7 g/km para 145.3 g/km. A redução das emissões do tubo de escape é atribuída em parte à introdução de avançadas tecnologias ambientais, como o Toyota Optimal Drive e o Hybrid Synergy Drive ou o Lexus Hybrid Drive. No ano fiscal de 2008 os veículos compactos com baixos níveis de emissões compõem quase um terço das vendas de marca Toyota na Europa.

Apesar do clima económico desafiador no ano fiscal de 2008, a Toyota contribuiu com um total de 7,8 milhões de euros para projectos sociais em cerca de 300 comunidades - concentrando-se no ensino técnico, ambiente e segurança rodoviária. A Toyota na Europa também enfatizou o seu compromisso em fornecer emprego estável aos trabalhadores permanentes.

Na Europa, novos investimentos foram acelerados pelo início da produção de modelos construídos localmente: o novo Toyota Avensis (sedan e carrinha), na Toyota Motor Manufacturing UK (TMUK), em Novembro de 2008 e a terceira geração do Toyota Verso, na Toyota Motor Manufacturing Turquia (TMMT), em Março de 2009.


 

O relatório está disponível em: http://www.toyota.eu/Environment/sustainability_report/Pages/default.aspx

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

A bolsa de valores sociais


Bolsa de Valores Sociais é uma iniciativa da Atitude, com o apoio da Euronext Lisbon, da Fundação Calouste Gulbenkian e da Fundação EDP, que apresenta uma resposta ao desafio de tornar a nossa sociedade mais justa e mais promissora.
Não seremos o país que queremos ser, se não encontrarmos formas eficazes e participativas de fortalecer as Organizações da Sociedade Civil, reconhecendo e incentivando o seu papel como agentes de transformação social.

Como funciona?
Todas as Organizações e os projectos cotados são apresentados no site da BVS de forma a que oinvestidor social possa escolher o projecto que mais se enquadra com os seus conceitos deinvestimento social por tema, região, tipo de projecto ou valor.
Cada acção social está cotada a 1 € e a aquisição mínima é de 10 acções sociais ao valor de 10 €. Oinvestidor social é livre para determinar o valor que quer adquirir em acções sociais (fazer donativo). Pode, inclusive, montar um portfólio de acções sociais investindo em mais do que um projecto em simultâneo.

Para conhecer mais sobre este projecto no site: http://www.bvs.org.pt; no facebook; no youtube; no twitter

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Siemens publica o relatório de sustentabilidade 2008

O relatório de sustentabilidade 2008 apresenta as actividades dos negócios da Siemens de acordo com critérios económicos, ecológicos e sociais.

Os três temas foco - a integridade, a redução de CO2 e a diversidade - proporcionam aos leitores uma visão clara do vasto leque de actividades de sustentabilidade da empresa. Estes incluem medidas de conformidade, protecção do ambiente nas operações relacionadas com a produção e a operação, gestão responsável, saúde ocupacional e segurança, protecção ambiental na cadeia de fornecimento e actividades de cidadania corporativa. Todos estes temas são abordados com detalhes em capítulos separados e dados concretos são fornecidos sob a forma de valores chave e metas específicas.

Um quadro descreve a estratégia de sustentabilidade e organização bem como o diálogo com as partes interessadas e dá uma visão geral das metas.

O relatório fornece uma base para o diálogo aberto com todos os grupos de interesse. Isso é importante porque, na actual conjuntura económico-financeira e de alterações climáticas, ainda mais é esperado da Siemens no que diz respeito à gestão sustentável.


 

Siemens AG (Berlim e Munique) é uma força motriz global em electrónica e engenharia eléctrica, opera nos sectores da saúde da indústria, da energia. A empresa tem cerca de 420,000 empregados (em operações continuas) trabalhando para desenvolver e fabricar produtos, projectar e instalar sistemas complexos e projectos, bem como adaptar uma ampla gama de soluções para necessidades individuais. No ano fiscal de 2008, a Siemens teve uma receita de 77.3 bilhões de euros e um rendimento líquido de € 5.9 bilhões (IFRS).


 

Para consultar o relatório visite: http://w1.siemens.com/responsibility/report/08/en/


 

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sexta-feira, 6 de novembro de 2009

O Marketing boca-a-boca é perfeito para organizações sem fins lucrativos

O interesse nos últimos anos, em métodos de marketing "alternativos", incluindo o novo "marketing social" e o interesse no encaminhamento de líderes de opinião leva-nos ao marketing boca-a-boca como forma de ir além dos métodos tradicionais de comercialização.

Naturalmente, as organizações sem fins lucrativos há muito que dependem do marketing boca-boca por razões práticas, tais como a falta de um "produto" para vender e a escassez de recursos para investir em publicidade e promoção.

Pontos interessantes para reflexão proferidos por Brad Fay da Keller Fay Group:

  • As pessoas confiam duas vezes mais nos conselhos dos amigos e familiares do que em anúncios.
  • 53 % Acreditarão na credibilidade das recomendações de amigos e familiares; 51% passarão a outros aquilo que ouviram; e 48 % comprarão ou doarão com base em tais recomendações.
  • As pessoas tenderão a passar comentários positivos sobre as organizações ou pessoas e fazer recomendações em conversas face a face, em detrimento do telefone, e-mail ou outras abordagens.
  • Quase 40 % das recomendações boca-a-boca ocorrem em conversas que começam com uma referência a um artigo de jornal, televisão ou rádio espectáculo ou publicidade - sugerindo que não pode se deve ignorar os canais habituais de promoção.
Recomendações de Mr. Fay a organizações sem fins lucrativos:

  • Desenvolva laços estreitos com pessoas que têm amplas redes sociais e desenvolva oportunidades para que eles encorajem amigos e associados
  • Incentive os destinatários das mensagens de e-mail a encaminhar a correspondência para os outros.
  • Procure forma de recompensar os simpatizantes que recrutem doadores e voluntários para sua organização.
  • Verifique se seu site tem um "centro de acção" que informa como o visitante se pode envolver na sua organização através de actos específicos.
Com estas acções estará a entrar no marketing boca-a-boca de uma forma informal. Talvez seja boa ideia pensar nisto de forma mais séria e tornar o marketing boca-a-boca uma parte importante do seu plano de marketing




PSA Peugeot Citroën publicou o seu segundo relatório anual integrado de desenvolvimento sustentável

PSA Peugeot Citroën publicou o seu segundo relatório anual integrado de desenvolvimento sustentável. O relatório inclui um suplemento com indicadores de desempenho de desenvolvimento sustentável, detalhando o desempenho do grupo nas áreas financeira, ambiental, social e laboral em 2008.


 

Destaques de 2008

Em 2008, o grupo exerceu os seus esforços na execução do plano de acção intitulado "de 10 objectivos de desenvolvimento sustentável para 2008-2011", orientando as acções das suas equipas na respectiva área de responsabilidade.

A PSA Peugeot Citroën reafirmou a sua liderança ambiental, vendendo mais de um milhão veículos que emitem menos de 140 gramas de CO2 / km em todo o mundo, pelo terceiro ano consecutivo. E conseguiu ser considerada a empresa com a menor média de emissões de CO2 da Europa, com 140 g / km de acordo com o ranking preparado pela Agência Francesa para o Ambiente e Gestão de Energia (ADEME).

Para optimizar a utilização dos recursos naturais, o grupo implementou um plano ambicioso para aumentar a proporção de materiais "verdes" (materiais reciclados e naturais, bio materiais) por peso total do veículo, em polímeros, para 20 % até 2011.

Na área da segurança rodoviária, a PSA Peugeot Citroën é o único construtor a ter amplamente implantando um sistema de chamadas de emergência, com 650 mil veículos equipados na estrada, no final do ano 2008.

Cada filial comprometeu-se a apoiar o acordo de estrutura global da PSA Peugeot Citroën sobre responsabilidade social, que formaliza os compromissos do grupo em favor dos direitos humanos fundamentais e na melhoria das práticas de recursos humanos, em todo o mundo.

No que respeita ao marketing, uma carta de comunicação responsável foi implementada em todo o grupo, definindo normas de responsabilidade social para qualquer tipo de publicidade produzida pelo grupo, para as suas marcas, independentemente do público-alvo, meio ou país.


 

A PSA Peugeot Citroën é um fabricante automóvel europeu apoiado por duas de marcas de vasta gama: Peugeot e Citroën. Em 2008, a PSA Peugeot Citroën vendeu 3.26 milhões de veículos em 150 países e empregava 201,700 pessoas em todo o mundo.


 

Desde 2004 a PSA Peugeot Citroën publica o seu relatório num site dedicado: http://www.sustainability.psa-peugeot-citroen.com/

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Publicado o relatório de desenvolvimento sustentável da Bayer 2008:

Manter o negócio sustentável e bem-sucedido durante a crise económica global: O recém-publicado relatório de desenvolvimento sustentável da Bayer contém informações sobre as estratégias e programas implementados pelo grupo Bayer para atingir este objectivo.

O relatório de desenvolvimento sustentável da Bayer contém:

- Informações detalhadas sobre a gestão da sustentabilidade da empresa

- Capítulos e temas chave com base em: medicina, clima e água

-Um relatório de desempenho global que abrange as áreas: economia, funcionários, direitos humanos, responsabilidade social corporativa, ecologia e manuseamento de produto

-Detalhadas objectivos quantitativos e qualitativos e seu nível de execução.

O relatório baseia-se nas directrizes do GRI, a norma internacionalmente reconhecida para emissão de relatórios de desenvolvimento sustentável e foi classificado pelo GRI como "A+/ GRI ". Os temas chave e o relatório de desempenho são certificados por auditores da Ernst & Young.

Consulte o relatório em: http://www.sustainability2008.bayer.com/en/homepage.aspx

O grupo Bayer é uma das principais empresas do mundo em matéria de cuidados de saúde, nutrição e materiais de alta tecnologia: com 108.600 funcionários em todo o mundo e vendas anuais de 32.918 milhões de euros (2008).

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Empresas ajudam organizações a serem eficazes no Marketing de Causas

O sector solidário caminha a passos largos para a profissionalização. A expansão deste mercado criou oportunidades para o surgimento de empresas de consultoria vocacionadas para ajudar as organizações a serem eficazes nas causas que promovem.
O terceiro sector, como é normalmente designado o sector não lucrativo, engloba uma multiplicidade de iniciativas privadas de utilidade pública que podem assumir várias formas: associações, fundações, instituições de desenvolvimento local, misericórdias, museus, organizações não-governamentais (ONG), mutualistas e cooperativas.
Em Portugal existem cerca de 25 mil entidades deste género, um mercado suficientemente atractivo para impulsionar o surgimento de empresas dirigidas a este sector.
Os serviços de consultoria tiveram origem nas próprias organizações, como forma de angariação de fundos, mas a crescente dimensão do mercado tornou-se também atractiva para as empresas, refere Cláudia Pedra, sócia-gerente da Stone-Soup Consulting.
"O terceiro sector tem um potencial enorme que não é valorizado. Às vezes basta introduzir pequenas mudanças na estrutura organizativa ou na gestão para desenvolver este potencial", realça.
A responsável da Stone-Soup sublinha que "o terceiro sector tem grande capacidade de motivação da sociedade civil", mas nem sempre as organizações sabem fazer passar a mensagem.
"Se as pessoas não ouvem falar destas organizações, se não conhecem os resultados que obtêm, não há envolvimento. Logo, têm menos voluntários, chegam a menos pessoas, as campanhas não obtêm bons resultados", resume.
Fortalecer a política de comunicação de resultados e a gestão financeira e uma melhor aplicação de recursos são algumas das soluções.
O serviço que a Stone-Soup presta é personalizado e destina-se a capacitar os clientes para desenvolverem os seus projectos, explica Cláudia Pedra.
"..."
Um estudo da Universidade Católica Portuguesa e da Johns Hopkins University sobre o sector não lucrativo português, realizado em 2005, indicava que este representa uma "força económica significativa", com despesas que ascendiam a 4,2 por cento do PIB em 2002 (5,4 mil milhões de euros).
Cerca de metade dos fundos destas organizações (48 por cento) correspondia a receitas próprias (quotizações e vendas), seguindo-se o apoio público (40 por cento) e a filantropia (12 por cento).
O terceiro sector empregava, nessa altura, 4 por cento da população económica activa - cerca de 230 mil trabalhadores, dois terços dos quais remunerados e os restantes em regime de voluntariado.
RCR. Lusa/fim, in Jornal Briefing