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quarta-feira, 30 de setembro de 2009

A Total publicou o seu relatório de sociedade e ambiente 2008


 

A Total, quinta maior empresa do mundo no negócio integrado de petróleo e gás, publicou recentemente o seu relatório de sociedade e ambiente 2008, intitulado "As Nossas Responsabilidades Corporativas".


O relatório foi desenhado para facilitar o diálogo entre as partes interessadas do grupo, incluindo empregados, accionistas, parceiros de negócios, autoridades locais e instituições, comunidades vizinhas e académicas. Utilizando exemplos reais de várias filiais e unidades de negócios, aborda com a Total aborda os principais desafios decorrentes das suas actividades.


 

A versão impressa com 100 páginas está dividida em duas secções principais: Nossos Princípios nos Negócios e Nossos Principais Desafios. Esta última secção reúne todas as principais preocupações das partes interessadas da Total, que orientam a estratégia da empresa na abordagem de questões como os materiais não renováveis, emissões de gases com efeito de estufa, economia de energia, crescimento sustentável, impactos ambientais, desenvolvimento de diversidade ou da Comunidade.


 

Este ano, pela primeira vez, o relatório inclui ideias de peritos externos, como Françoise Barré-Sinoussi, Nobel de Fisiologia de 2008 e Medecine, Arvind Ganesan, Director do negócio e programa de direitos humanos da Human Rights Watch e Ronald g. Prinn, TEPCO professor de química atmosférica.


 

Alguns dos dados ambientais e sociais, publicados no relatório foram externamente verificadas pela Ernst & Young e KPMG, com um nível moderado de fiabilidade.

Operando em mais de 130 países, a Total produz e distribui petróleo & gás com cerca de 97.000 funcionários.


A Total está cotada nas bolsas de valores de Paris e Nova Iorque, no índice de FTSE4Good e nos índices Dow Jones sustentabilidade (World e Europa) e aderiu ao Global Compact das Nações Unidas.


O Relatório pode ser consultado na integra em:
http://www.total.com/en/corporate-social-responsibility


terça-feira, 29 de setembro de 2009

A sua empresa apoia o seu Blog?

Embora pense que os blogues e as redes sociais se tornaram corriqueiros e a febre do momento, as empresas ainda não apanharam esse barco.

Muitas empresas receiam perder o controlo da sua marca – e de facto estão. As empresas estão a tenta criar "Orientações para Utilização de Redes Sociais" o mais depressa possível, para que os funcionários saibam o que podem e não podem dizer online, acerca da marca. Provavelmente já difundiu um blog apesar do "disclaymer" sem sequer reparar. Tudo o que faz ou diz, quer online quer offline, é reflexo da sua marca e de todas as marcas associadas a si, como por exemplo organizações não lucrativas onde faz voluntariado, a sua empresa e até os seus amigos. A maioria das empresas tem uma estrutura vertical e, se os executivos têm medo das redes sociais, então há uma enorme probabilidade de não lhe ser possível partilhar no seu blog ou noutra rede social, informação sobre a empresa onde trabalha. Isto, naturalmente, é um custo de oportunidade porque o talento é o bem mais importante de uma empresa.

A pesquisa diz muito

As empresas ainda não aceitaram as redes sociais e algumas nunca o farão. Há executivos que ainda não aceitam solicitações de amizade no Facebook ou LinkedIn e a maioria nunca irá usar o Twitter. Os departamentos informáticos bloqueiam a maioria dos sites, incluindo as redes sociais por causa do risco de segurança associado. Além disso, qualquer empresa com muita informação classificada, como as empresas jurídicas, não permite a utilização de redes sociais de todo. Muitos jornalistas não têm permissão para ter um blog ou website. E existem muitos obstáculos a ultrapassar para que as redes sociais possam tornar-se a base dos relacionamentos profissionais e tornar possíveis muitos negócios. Se não vejamos:

Deve trabalhar para uma empresa que não permite que você construa a sua marca?

Não!  Se uma empresa não permite que você construa sua marca pessoal usando estas ferramentas, a sua carreira está a ser sabotada porque perderá a sua voz (uma liberdade que todos devem ter). Se não fizer ouvir a sua voz, consentirá uma desvantagem competitiva porque há milhões de outras vozes lá fora!

As empresas têm medo de perder seus empregados para a concorrência e esta é uma das razões para bloquearem a construção das marcas próprias dos trabalhadores. Quando um
trabalhador começa a ganhar visibilidade por causa do seu blog, através de motores de busca ou redes sociais, torna-se desejável e pode ser recrutados por outra empresa.

Sejamos realistas se uma empresa não permite a utilização de redes sociais e outra permite, não é razoável que o trabalhador mude? A sua marca e a sua rede online podem ser o seu seguro contra a perda de emprego no futuro. É tudo o que nos resta. Garanta que trabalha para uma empresa que sustenta a sua carreira e não apenas a sua própria agenda.


 

As empresas beneficiarão da sua marca

As empresas precisam compreender rapidamente que os seus funcionários podem ajudar a organização, mesmo quando não estão no escritório

Um único funcionário pode passar uma mensagem corporativa (ou até um press release) para o mundo exterior rapidamente e para milhares de pessoas, mantendo a consistência da comunicação. Podem igualmente proteger a marca corporativa através da monitorização das redes sociais e do Google. Funcionários motivados e estimulados podem dar um passo além e responder às perguntas das pessoas sobre produtos e serviços. Não será necessário pagar salários mais elevados para que seus funcionários apoiem as marcas da empresa. Basta capacitação e um pouco de confiança.


 

by Dan Schawbel, tradução MJMeloGomes

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

arq|a - GERAÇÃO Z em Exposição na Ordem dos Arquitectos

O desafio

A Secção Regional Sul da Ordem dos Arquitectos convidou a revista de arquitectura e arte arq|a para participar no seu programa de dinamização dos espaços expositivos da Sede da Ordem dos Arquitectos, a realizar no biénio 2009-2010.

Este convite da Secção Regional Sul da Ordem dos Arquitectos vem na sequência, não só da parceria
que esteve na origem da arq|a em 2000 e se prolongou até 2002, mas igualmente de uma série de parcerias pontuais posteriores, nomeadamente a Trienal Internacional de Arquitectura de Lisboa em 2007 e a Conferência «Rethinking Le Corbusier» em 2008, realizada em concertação com a Exposição «Le Corbusier: The Art of Architecture» patente no Museu Berardo.

A revista

A arq|a, fundada em 2000, é uma revista que cruza os domínios do urbanismo, arquitectura, design e arte com o objectivo de investigar a ligação entre a actividade criativa e as condições intelectuais e produtivas contemporâneas.

Com 66 números já publicados, a revista arq|a tem divulgado a mais relevante produção criativa recente, integrando textos teóricos e críticos, entrevistas, projectos nacionais e internacionais, representativos de práticas arquitectónicas emergentes e estabelecidas. Desde 2006 desenvolve uma abordagem temática, potenciando cruzamentos entre as diferentes áreas criativas.

A arq|a detém uma equipa editorial multidisciplinar de reconhecido valor que compreende as áreas da arquitectura, design e arte.

Institucionalmente, a arq|a tem desenvolvido parcerias em conferências, prémios e eventos, com instituições como a Ordem dos Arquitectos, a Trienal de Arquitectura de Lisboa, a Luzboa, o World Architecture Festival, o World Architecture Community, entre outros.

O projecto

Elegemos como tema para as exposições o caderno Geração Z da revista arq|a
relacionado com práticas emergentes nacionais que evidenciem novas abordagens à arquitectura contemporânea.

A ideia do caderno Geração Z deriva da anterior definição de duas gerações na arquitectura portuguesa recente, proposta por Pedro Gadanho e Luís Tavares Pereira, na exposição Metaflux para a 9ª Bienal de Arquitectura de Veneza em 2004. Nessa importante exposição os comissários diferenciavam duas gerações de arquitectos, a mais velha Geração X, dos nascidos no final da década de 60, e a mais nova Geração Y, dos nascidos no início da década seguinte.

Apropriando descomprometidamente a lógica geracional de Metaflux, a Geração Z por nós apresentada, dos nascidos no final da década de 70, pretende mostrar o trabalho criativo desenvolvido pelas práticas arquitectónicas mais recentes, no preciso momento da sua potencial afirmação. Tal como afirmávamos aquando do lançamento deste caderno, "depois das gerações X e Y, eis a Geração Z".

Neste caderno, incluído de dois em dois números da revista arq|a, pedimos aos ateliês emergentes por nós seleccionados para apresentarem livremente a sua actividade em 8 páginas, dando-lhes deliberadamente espaço para divulgação do seu trabalho.

Agora, para a exposição, entre as equipas de arquitectos emergentes já publicados no caderno Geração Z, seleccionaremos 4 ateliês, que se enquadrem numa temática alargada mas comum por nós definida. A esses ateliês será pedido que mostrem o seu trabalho, apropriando o espaço tridimensional da galeria de exposições, tal como antes tinham feito bidimensionalmente com o caderno incluído na revista. As exposições, compreendendo os 3 meses de vigência da arq|a, serão organizadas em dois tempos, dois ateliers primeiro e outros dois de seguida, permitindo a exposição simultânea de 2 ateliers de cada vez na galeria de exposições.

A exposição será ainda complementada por uma mesa-redonda com os arquitectos participantes e comissários a decorrer na Sede da Ordem dos Arquitectos, no espaço da Livraria A+A, parceira neste programa expositivo.

PROVE – Promover e Vender, da horta directamente para o prato

Da horta directamente para o prato

Fomentar uma relação de proximidade entre o consumidor, que compra um cabaz de produtos hortofrutícolas de qualidade, e o produtor, que escoa os seus produtos e recebe na altura o valor justo pelo seu trabalho é o objectivo do projecto PROVE. Ganha o pequeno produtor, que não vê o seu produto a ser engolido pelas grandes superfícies comerciais, e delicia-se o consumidor com frutas e legumes sempre frescos na sua mesa
POR FÁBIO VENTURA in VER

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Actualmente, ter a noção da origem do que comemos é apenas parcialmente possível quando fazemos compras em feiras, em mercados locais ou à beira da estrada onde existem alguns pequenos produtores que aí tentam vender o pouco que conseguem produzir em relação aos grandes produtores que abastecem em larga escala o país.

Mas, mesmo nesses locais, os pequenos produtores são uma raridade, pois a maioria é constituída apenas por vendedores que adquirem os seus produtos em grandes mercados abastecedores. Este crescente afastamento entre a produção de bens de consumo e os consumidores desses bens é uma das inúmeras consequências originadas pela globalização dos mercados, causando desequilíbrios expressivos na valorização, utilização e rentabilização dos recursos territoriais.

Para solucionar este problema que afecta dramaticamente os pequenos produtores surgiu, em 2001, o projecto PROVE – Promover e Vender, no âmbito da Iniciativa Comunitária EQUAL (a qual é co-financiada pelo Fundo Social Europeu) em parceria com várias entidades que se associaram a grupos de pequenos produtores. Neste leque de entidades constam Câmaras Municipais, associações de agricultores e de desenvolvimento local, institutos politécnicos e empresas de animação turística rural, entre outros.

O projecto tem início com três a cinco produtores agrícolas que congregam esforços e vontades para constituir um núcleo PROVE no seu território. A seguir, e de uma forma periódica, os produtores reúnem-se e organizam os cabazes de acordo com as encomendas dos clientes e com os produtos da época. As encomendas devem ser efectuadas até quarta-feira de manhã, de modo a que os produtores PROVE possam compor os cabazes para sexta-feira ou sábado. Os produtos que constituem cada cabaz são negociados com cada consumidor, bastando para tal, aceder à lista de produtos disponíveis que se encontra no site, e assinalar aqueles que nunca pretende vir a receber, enviando de seguida o formulário por correio electrónico ou entregando-o directamente nos locais existentes para a recolha dos produtos. A fase seguinte é a do dia da entrega, onde os produtores preparam os cabazes – que podem pesar de 5 kg a 9 kg com um preço aproximadamente de nove euros, – fazendo, de seguida, a sua distribuição no local seleccionado e com o compromisso de organizar cabazes com produtos variados que possam surpreender os consumidores.

A última etapa deste ciclo acontece na semana seguinte, onde os produtores se voltam a reunir para dividirem o dinheiro da semana anterior, retomando novamente todo o processo de organização dos cabazes.

Segundo declarações de Cláudia Bandeiras ao VER, Técnica do projecto PROVE e da ADREPES (Associação para o Desenvolvimento Rural da Península de Setúbal – entidade interlocutora do projecto) a problemática “assenta na existência destes pequenos produtores que não conseguem escoar as suas produções nos locais habituais de venda, originando a comercialização informal ou o abandono das terras agrícolas”. Cláudia Bandeiras justifica esta incapacidade de escoamento destes produtos como resultado de “produções desajustadas e, por vezes, com pouca qualidade, assim como uma reduzida iniciativa económica, fracos conhecimentos de gestão e marketing, e uma fraca leitura de mercado”, e acrescenta que este problema não advém apenas da parte dos produtores mas também dos consumidores que “manifestam uma insuficiente consciência das vantagens de adquirir produtos locais através de processos de comercialização de proximidade, bem como a falta de tempo, de sensibilidade ética e social, o desconhecimento de variedades hortofrutícolas locais, sua produção e utilização, e um fraco conhecimento da importância do trabalho dos pequenos produtores”.

Diagnosticar, promover e vender
Antes da concretização do conceito do projecto, foi e continua a ser necessário fazer um diagnóstico de reconhecimento das pessoas envolvidas e de cada território onde o Prove se irá implementar. Este diagnóstico analisa o tipo de agricultura e produtos agrícolas produzidos, de modo a perceber o que cada produtor produz e as respectivas técnicas produtivas adoptadas nas várias épocas do ano. É também analisado o processo de venda dos produtos agrícolas, se este consiste em venda directa na exploração agrícola, em venda porta à porta, no mercado municipal ou através da venda a intermediários. O interesse e a proximidade dos consumidores com vontade em adquirir produtos locais de qualidade são também levados em conta.

No documento denominado PROVE – Contributo para um Processo Territorial de Proximidade são apresentadas as conclusões resultantes deste diagnóstico que se traduzem na “existência de três factores que impedem o desenvolvimento dos territórios rurais. São eles: a falta de associativismo e trabalho de cooperação; a burocracia instituída a nível nacional e local; a falta de coordenação entre as políticas comunitárias e nacionais adoptadas para as regiões, o que causa muitas vezes a dispersão de trabalho das entidades locais e a falta de complementaridade”.

Após o processo analítico decorrem sessões de esclarecimento e apresentação pormenorizada do PROVE entre as entidades parceiras locais e os mediadores/dinamizadores do projecto, que ajudam a implementar o projecto. Estas reuniões alargam-se de seguida aos produtores e aos consumidores, que juntos definem passo a passo as etapas deste projecto.

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Apresentação do projecto PROVE.

Ganham os produtores e os consumidores
Sendo este projecto de comércio de proximidade inovador, seria normal pensar-se que a sua implementação em meio rural fosse complexa e resultasse em problemas de adesão. Porém, esta situação não se verificou. A justificação é dada pela Técnica do projecto que explica que “a metodologia criada no âmbito do PROVE foi construída em conjunto com produtores e consumidores”. Como afirma Cláudia Bandeiras, desde o início do processo de comercialização, produtores e consumidores exprimiram em reuniões e encontros as suas opiniões sobre o assunto”.

A forma como seria processada a venda directa de cabazes, o seu funcionamento, a organização e os materiais promocionais foram criteriosamente definidos. “Todos os pormenores foram pensados em conjunto, originando uma relação de confiança e uma sensação de pertença, que mobilizou desde o início produtores e consumidores”, assegura a dinamizadora do projecto.

Todavia, surgiram também algumas dificuldades, como por exemplo “a motivação dos produtores em se associarem para venderem os produtos em conjunto e a respectiva organização e logística de comercialização que teve de ser devidamente ajustada e acordada entre todos. “Neste momento, os produtores percebem a importância de unir esforços para conseguirem vender os seus produtos num cabaz de hortofrutícolas com entregas semanais”, sublinha Cláudia Bandeiras.

A adesão dos consumidores à comercialização de proximidade foi diferente, pois os primeiros que surgiram e que aderiram de imediato foram aqueles que já tinham preocupações ambientais e locais. Os restantes foram aqueles que estavam habituados às grandes superfícies comerciais e que tiveram que adaptar a sua forma de consumo e de alimentação aos produtos frescos e da época que o cabaz todas as semanas contém.

Este projecto levou também a que os consumidores tomassem conhecimento e provassem alimentos que não conheciam, como nos referiu a Técnica do projecto: “Através do cabaz PROVE muitos consumidores descobriram alguns produtos locais das suas regiões, por exemplo, a maçã riscadinha de Palmela, o melão casca de carvalho das Terras do Sousa, entre outros”.

O PROVE em números
Neste momento existem:
11 locais de comercialização em todo o país;
34 produtores envolvidos;
239 consumidores regulares;
259 cabazes PROVE transaccionados por semana;
115 hectares de terreno agrícola abrangido;
2,3 toneladas de produto transaccionado por semana.

Como já foi referido, o projecto PROVE nasceu com a ajuda financeira da Iniciativa Comunitária EQUAL em 2001, mas os cabazes só começaram a ser distribuídos em Junho de 2006. As zonas de implementação incluem as regiões de Sesimbra, Palmela, Lousada, Penafiel, Paços de Ferreira, Paredes, Montemor-o-Novo, Ericeira e Gradil. Contudo, mesmo tendo terminado o apoio em Junho deste ano, o projecto encontrou mecanismos de sustentabilidade para continuar a existir, funcionar e a ser implementado em outras zonas rurais nas periferias das cidades do nosso país. Como afirma Cláudia Bandeiras, “neste momento consideramos que o PROVE é já um projecto de âmbito nacional, uma vez que está a ser desenvolvido na Península de Setúbal, Vale do Sousa, Alentejo Central e Região do Oeste”.

Como é óbvio, os benefícios deste projecto são duplos: não só para os consumidores que, para além de adquirirem produtos de grande qualidade através deste comércio de proximidade, entram em contacto com os próprios produtores, mas também para as entidades que adoptam esta metodologia, na medida em que têm acesso a uma nova intervenção territorial.

Este projecto potencia um aumento da competitividade das zonas rurais ao facilitar uma maior interacção entre a área rural e a urbana, dando lugar ao surgimento de outras actividades geradoras de riqueza e, consequentemente à criação de emprego nessas mesmas áreas.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

3ª edição do Prémio Cidadania das Empresas e Organizações

A AESE e a PricewaterhouseCoopers organizam a 3ª edição do Prémio Cidadania das Empresas e Organizações, que visa premear as melhores práticas de responsabilidade corporativa e social das empresas e organizações não governamentais.

Consultem o site www.premiocidadania.com para participar na 3ª Edição.

Linklaters atribui prémio à ANDC

Foi atribuído pela Linklaters, sociedade de advogados internacional com escritório emLisboa , à Associação Nacional de Direito ao Crédito (ANDC) um prémio de £10.000 (cerca de €11.500) no quadro do protocolo estabelecido em 2008 e nos termos do qual aquele escritório presta assessoria jurídica multidisciplinar não remunerada (pró bono) à Associação, nomeadamente, no que diz respeito aos aspectos jurídicos do lançamento de projectos empresariais por micro-empresários que não disponham de recursos financeiros adequados para recorrer a um aconselhamento tradicional. Este prémio, atribuído internacionalmente, insere-se na política global de Community Investment da Linklaters de apoio a projectos que se destaquem pela sua inovação e sustentabilidade e que tenham impacto sobre a comunidade local nos diversos países em que a Linklaters está presente. A ANDC concorreu com projectos de diversos países, sendo este prémio um reconhecimento internacional da qualidade do trabalho da associação e do interesse da colaboração que a ela prestam os advogados da Linklaters. A cerimónia de entrega do prémio decorreu no dia 09 de Julho nas instalações da empresa com a presença do Dr. Carlos Pinto Correia (Partner) e da Dra. Leonor Botto (Responsável Operacional) da Linklaters e de Mohamed Ahmed e José Centeio, respectivamente Presidente da Direcção e Secretário-Geral da ANDC.

UE : €100 Milhões para o Microcrédito

A Comissão Europeia avançou no dia 2 de Julho com a proposta da criação de um novo instrumento de microcrédito com o nome "Progress", dotado de cem milhões de euros.O novo dispositivo insere-se no quadro das respostas da UE ao crescimento constante do desemprego devido à crise e destina-se preferencialmente aos trabalhadores desempregados ou em risco de perder o seu emprego e que tencionam estabelecer o seu próprio negócio.Calcula-se que este financiamento inicial de 100 milhões irá permitir a mobilização de 45 mil empréstimos num montante de cerca de €500 milhões, em cooperação com as instituições financeiras como o grupo BEI (Banco Europeu deInvestimentos). O novo dispositivo financeiro estará em funcionamento em 2010 e irá contemplar, para além dos empréstimos, as actividades de acompanhamento e formação.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Procura-se Coordenador de Projecto e Agente de Réplica

A Stone Soup Consulting está a participar num projecto intitulado CAF Portugal, e está neste momento a recrutar, em conjunto com a PERCIP, um Coordenador de Projecto e um Agente de Réplica em part-time para trabalhar nesse projecto.
Stone Soup Consulting is participating in a project entitled CAF Portugal, and is now recruiting, together with PERCIP, a Project Coordinator and a Replica Agent to work part-time on this project.

Ambos os cargos têm uma descrição detalhada em http://www.stone-soup.net/index.php?option=com_content&view=article&id=61&Itemid=72〈=pt
Both jobs have a detailed description at http://www.stone-soup.net/index.php?option=com_content&view=article&id=61&Itemid=72〈=pt

As candidaturas serão aceites até dia 18 de Setembro.
Applications can be sent until the 18th of September.